Observatório Virtual 74                                                                    "A vontade representa três quartos da vitória, o potencial relativo o quarto restante"
"Lula manchou seu governo e criou grave constrangimento ao Brasil e vergonha aos brasileiros, recusando-se a entregar à justiça italiana o terrorista Cesare Battisti."         (Claudio Humberto)
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Lula decide não extraditar o terrorisra Cesare Battisti.


             Olha minha cara de preocupado
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   Pijama hondurenho para        quem afronta a lei.


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Dilma sabe que precisa criar um ministério. Só não sabe qual.


Dilma acha que nordestino não é brasileiro.


O livro que eu não lembro me impactou muito.


Oi! internautas. Dilma Teleprompter


Dilma e o meio ambiente


  As 100 mais em 100 anos

      Assuntos inusitados


Casal que fazia sexo em carro ligado dentro de garagem morre intoxicado pelo monóxido de carbono em Moscou

Pedreiro dado como morto no PR aparece vivo e bêbado em seu velório

Juiz do Rio critica maridos que não dão atenção às mulheres

Soldado recebeu pulmão canceroso em transplante

Clérigos consideram samba obsceno

Cidade inglesa vai multar quem der comida a gaivotas

Cidade australiana ganha fama por proibir água engarrafada

Hamas acusa Israel de dar "chiclete afrodisíaco" para jovens em Gaza

Juíza cassa licença de funerária que serrou corpo para caber em caixão

"Testes de virgindade" em noivas provocam polêmica na Índia

Calças sem bolsos contra a corrupção

Guardas Nacionais

Preso popular astrólogo do Sri Lanka

Israelita joga no lixo colchão milionário

Mulher multada por não colocar a mão em escada rolante

Lotérica VIP

Método eficiente para prevenção da AIDS

Traficante detido após fazer denúncia



  Dilma Rousseff     Artigo 299 do Código Penal

Gente que mente


Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método.

Cria de Lula mente compulsivamente para ocultar a grande fraude

Arnaldo Jabor fala sobre Dilma Rousseff e Lina Vieira

Dilma: candidatura em estado de alerta

Dilma II mentiras seriais

Agenda de Dilma Roussef é falsa

Curriculo Mentira

Desabafo de um coração petista

Dilma e a "resistência democrática".

Deputado Aleluia: "Falta dignidade a Dilma"

Olavo de Carvalho Onde a Ministra Dilma colocou o dinheiro?

Ministra Dilma dá mau exemplo aos jovens ao "maquiar" currículo

O Sr. vincula o apoio de Lula a Sarney ao projeto Dilma 2010?

Dilma admite que currículo levado à web tinha erros

Dilma admite erro em currículo e fala sobre doutorado

Dilma foi alertada do risco de maquiar currículo

O currículo da ministra Dilma Rousseff

Retrospectiva do governo Lulla  



Escrito por Observatório Virtual 74 às 19h45
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Do discurso de Dilma

 

Reinaldo Azevedo

Dilma não foi generosamente imprecisa apenas com a história de Lula. Ao tratar do próprio passado - e fez questão de trazê-lo mais uma vez ao debate -, agrediu os fatos:

“Dediquei toda a minha vida a causa do Brasil. Entreguei minha juventude ao sonho de um país justo e democrático. Suportei as adversidades mais extremas infligidas a todos que ousamos enfrentar o arbítrio. Não tenho qualquer arrependimento, tampouco ressentimento ou rancor.
Muitos da minha geração, que tombaram pelo caminho, não podem compartilhar a alegria deste momento. Divido com eles esta conquista, e rendo-lhes minha homenagem.
Esta dura caminhada me fez valorizar e amar muito mais a vida e me deu sobretudo coragem para enfrentar desafios ainda maiores.”

Ninguém mais aponta? Tudo bem, aponto-o eu. Estou aqui para isto mesmo: para que a verdade seja tratada como verdade, e a mentira, como mentira. A presidente faz alusão à sua adesão à luta armada. Nem descarto que os então terroristas acreditassem que aquele era o caminho da “justiça” - de uma bastarda noção de justiça… Mas de democracia, não! Nunca! Nem eles! É uma inverdade histórica e conceitual afirmar que alguém aderiu, alguma vez, a um partido de extrema esquerda para construir um país democrático. Já fui trotskista. Nem eu nem outro esquerdista qualquer queríamos democracia à época. Queríamos socialismo e acreditávamos que a democracia era uma trapaça burguesa. Era no que Dilma acreditava também. Esses são os fatos.

Os que “tombaram” na luta não poderiam compartilhar  a alegria desse momento coisa nenhuma! A menos que tivessem mudado de posição. Pensando o que pensavam à época, tenderiam a considerá-la uma trânsfuga. Dilma dizer que não “se arrepende” toca em franjas delicadas. Os movimentos a que ela pertenceu mataram inocentes. Melhor faria se deixasse o passado no passado. Quanto a não ter “ressentimento ou rancor”, aí vamos ver. Permitirá, como fez Lula, que seus ministros da Justiça e dos Direitos Humanos tentem fazer a história andar para trás para rever a Lei da Anistia, por exemplo? As suas ações dirão mais do que essa retórica tão cheia de imprecisões factuais.

“Que importância tem isso no presente?” Pois é… Em seu último ato, o Babalorixá de Banânia decidiu que o terrorista Cesare Battisti não será extraditado para a Itália. O assassino só está no Brasil porque o então ministro da Justiça, Tarso Genro, resolveu “honrar” a sua (de Battisti) luta, entendendo que ele estava num confronto de caráter político e que foi vítima do estado discricionário italiano. E a Itália que o condenou era uma democracia - a mesma democracia para a qual esquerdistas, em regra, dão de ombros. Viram como essas afinidades acabam fazendo diferença? De Battisti, reitero este ponto, nem se pode dizer que praticasse atos de violência contra uma ditadura. Battisti matou na sua determinada luta contra a… democracia!



Escrito por Observatório Virtual 74 às 10h26
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Dilma Battisti

 

Dilma não se arrepende de ter sido terrorista. Como Cesare Battisti.

Então, retomamos a nossa luta.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 17h10
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45% dos brasileiros desaprovam o governo de Lula, do PT e de Dilma

Políbio Braga

A eleição da sra. Dilma Roussef não suprimem por si só as razões que fizeram com que a oposição, a mídia mais moderna, as Igrejas não comerciais e as lideranças civis da sociedade a colocar na mesa o caráter autoritário, obtuso e regressionista do PT e do Governo Lula.

O governo do PT, agora bicéfalo, porque comandado por Lula e Dilma, precisará de vigilância e fiscalização permanentes e implacáveis, para que se evitem novos atos de corrupção, maior patrimonialismo e nepotismo, relações permissivas com potências estrangeiras adversas e atrelamento aos dogmas imorais e aéticos que defendem a supressão da liberdade de imprensa, a perseguição religiosa e o desprezo à vida.

Dilma Roussef é a nova presidente, mas 45% dos brasileiros preferiram a oposição, portanto bem mais do que aqueles 3% que tanto irritam o presidente Lula, já que este seria o número de cidadãos que acham seu governo péssimo.

O governo do PT e a nova presidente do Brasil podem comemorar a vitória, sim, mas terão que respeitar os 45% dos eleitores que preferiram a oposição, porque quiseram ficar do lado dos valores éticos e morais que fundamentam a vida em sociedade civilizada. Mais do que isto: o governo do PT e Dilma Roussef terão pela frente uma oposição mais organizada e mais aguerrida, mas o que se espera é que esta oposição saiba administrar os 56% da população brasileira e os 60% do PIB representados pelos Estados onde elegeram governadores - os mais importantes, modernos, progressistas e representativos do que produz o Brasil.

A oposição, que não soube cumprir o seu papel durante os oito anos de destrambelhamento político do governo Lula, terá agora a oportunidade de se redimir, promovendo o necessário enfrentamento político, porque com certeza percebeu durante a campanha eleitoral que as forças do bem, sobretudo as religiosas (valores morais) e da mídia (valores éticos, a legalidade democrática republicana) que defendem os valores éticos e morais mais profundos da civilização, alinharam-se contra as forças do Eixo do Mal.

 



Escrito por Observatório Virtual 74 às 00h01
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Imposto do brasileiro banca a gastança do governo

 

A gastança do governo para bancar a farra fiscal e impulsionar a candidatura à Presidência da República da petista Dilma Rousseff está custando caro ao país. A emissão de títulos públicos pelo Tesouro Nacional para financiar a farra de despesas resultou no pagamento de R$ 139,7 bilhões em juros da dívida somente de janeiro a setembro — valor nunca registrado para um período tão curto de tempo segundo levantamento realizado pelo Banco Central desde 2002. Por dia, a população arcou com encargos de R$ 517,6 milhões, ou seja, cada brasileiro bancou uma fatura de R$ 700, mais do que o suado salário mínimo (R$ 510).

Não fosse o descontrole fiscal do governo, a tendência seria de queda nos gastos com juros da dívida, uma vez que, na média, a taxa básica (Selic) está menor do que no ano passado. O problema foi que, mesmo com toda a arrecadação recorde de impostos, faltou dinheiro para bancar as despesas da União. O jeito foi aumentar a dívida bruta, que capta, de forma mais transparente, todos os movimentos do Tesouro. Do início do ano até setembro, os débitos totais passaram de R$ 1,97 trilhão para R$ 2,06 trilhões, o equivalente a 59,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas pelo país. Em 12 meses, os encargos com a dívida somaram espantosos R$ 183,9 bilhões.

O impacto da fúria dos gastos do governo na conta de juros vai além. Como parcela importante da dívida é corrigida pela inflação, e os índices de preços vêm subindo, em parte, por causa da maior presença do Estado na economia, os encargos dispararam. Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), por exemplo, acumula alta de 7,98% no ano. Em 2009, havia caído 1,60%. Mesmo comportamento teve o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI): alta de 8,05% em 2010 ante baixa de 1,36% do ano passado.

Correio Braziliense



Escrito por Observatório Virtual 74 às 12h28
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STF vê censura prévia em tribunal militar

 

Ao negar acesso da Folha ao processo relativo à atuação de Dilma Rousseff na ditadura (1964-1985), a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia disse que é possível ver "censura prévia" na conduta do STM (Superior Tribunal Militar).

O tribunal trancou os autos do processo da candidata a presidente do PT em um cofre, há sete meses, e suspendeu, por duas vezes seguidas, o julgamento de mandado de segurança protocolado pelo jornal, que tenta obter acesso à papelada.

"É certo que toda Justiça que tarda falha", escreve a ministra. Para ela, a atuação do tribunal militar e da AGU (Advocacia Geral da União) no caso "permite entrever uma espécie perigosa, grave e inconstitucional de censura prévia judicial".

Apesar dessas considerações, a ministra Cármen Lúcia negou o acesso da Folha ao processo "por motivos processuais", pois não poderia tomar uma decisão antes do término do julgamento do mandado de segurança do jornal no STM, para não "suprimir" instância jurídica.

A Folha justificou a urgência em acessar o processo pela "atualidade do interesse público", já que a candidata Dilma Rousseff pode se tornar a próxima presidente amanhã mesmo. O jornal solicitava acesso antes da eleição para os leitores conhecerem o passado da petista.

No dia 19, quando o STM retomou o julgamento, a AGU pediu acesso à ação, causando novo adiamento do julgamento. A ministra Cármen Lúcia considerou o pedido de acesso do órgão, que defende o governo federal, "pouco ortodoxo".

"Causa preocupação [o] não acesso a dados, disponíveis até há alguns meses, e que dizem respeito a figuras públicas", diz a ministra. "Insisto no que parece ser grave quanto ao cerceio a seu direito-dever pelo comportamento dos agentes públicos."

Em sua decisão, de 14 páginas, Cármen afirma ainda que não ficou "claro" como a AGU "consegue interromper julgamento já iniciado, com votos tomados, numa ação em tramitação com tempo de utilidade jurídica e social determinadas".

"A situação judicial parece mover-se por idiossincrasias processuais, condições incomuns e, por isso mesmo, sem legitimidade comprovada", concluiu ela.

Taís Gasparian, advogada do jornal, disse que a decisão do Supremo aponta o "absurdo" do caso: "Durante 40 anos, o processo ficou acessível ao público. Desde março está trancado em uma sala, justamente quando haveria maior interesse. Cidadãos estão impedidos, por uma autoridade, de ter mais informações sobre a candidata. A situação é preocupante".

O julgamento da ação da Folha no STM deveria ser retomado na quinta-feira, o que não aconteceu. Não existe previsão da data em que o processo voltará à pauta do tribunal.

Em agosto, a Folha revelou que o processo de Dilma estava trancado em um cofre por decisão do presidente do STM, Carlos Alberto Soares. Dilma passou quase três anos presa, a partir de 1970, por envolvimento com um grupo esquerdista de resistência armada à ditadura militar. Foi levado ao cofre, em março, por decisão de Soares. Ele alega querer evitar uso político do material.

Folha de São Paulo



Escrito por Observatório Virtual 74 às 12h19
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Vote certo em 31 de outubro senão o Brasil será isto



Escrito por Observatório Virtual 74 às 10h00
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Papa pede ação no Brasil contra aborto

 

Hélio Schwartsman 

O papa Bento 16 disse ontem em Roma que é dever dos bispos brasileiros intervir na campanha política para condenar o aborto. O pontífice afirmou ainda que descriminalização desse procedimento representa uma traição aos ideais democráticos.

Falando a bispos do Maranhão que lhe faziam a visita quinquenal em que relatam os problemas da diocese, o papa foi direto: "Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas".

Bento 16 qualificou o aborto e a eutanásia de ações "intrinsecamente más", cuja descriminalização compromete a democracia.

"Caros irmãos no episcopado, ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo", diz a mensagem do papa aos brasileiros.

Nenhuma das posições defendidas por Bento 16 é nova. Elas estão consubstanciadas numa série de encíclicas, notadamente "Evangelium vitae" e "Gaudium et spes".

Mas, ao recapitular esses pontos numa mensagem direta a bispos brasileiros a três dias de um segundo turno fortemente marcado pela discussão do aborto, o pontífice dá a seu discurso um conteúdo político que, pelo menos em relação ao Brasil, é inédito - na Itália, interferências do papa já são uma tradição.

O aborto virou tema central da campanha na virada entre o primeiro e o segundo turno. Dilma Rousseff (PT) foi criticada em panfletos da Igreja Católica por ter defendido, no passado, a descriminalização do aborto.

Ela passou vários dias repetindo que é "a favor da vida" e fez uma carta a religiosos se comprometendo a não mudar a lei sobre o tema.

Ontem, José Serra elogiou o papa e disse que ele tem "pleno direito de emitir as suas diretrizes e orientações para os católicos do mundo". Dilma disse que a mensagem não afeta sua candidatura e que a posição de Bento 16 "tem de ser respeitada".

Em seu discurso, Ratzinger abordou outros dois temas presentes nas disputas culturais entre religiosos e secularistas: o ensino religioso nas escolas oficiais e a presença de crucifixos em espaços públicos como tribunais.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 09h22
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‘El País’ destaca lei da mordaça no Brasil

 

A criação de conselhos de comunicação para controle da imprensa em diversos Estados brasileiros foi assunto ontem (28) no jornal espanhol El País, que chamou a iniciativa de “lei da mordaça”.

Os conselhos foram recomendados pela Conferência Nacional de Comunicação, realizada em 2009. O diretor-geral da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Luis Roberto Antonik, disse ao El País temer que iniciativas regionais sejam recebidas pelo governo como “um clamor” para justificar o controle da imprensa. Antonik avaliou ainda que os Estados “não têm competência” para regular a atuação da mídia.

Segundo o artigo, a liberdade de imprensa será um tema importante para o próximo presidente brasileiro. A reportagem diz que “o fantasma” do controle midiático rondou o país na campanha eleitoral e destaca que nenhum dos candidatos à Presidência, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), negou a necessidade de manter a liberdade de expressão.

O Estado de São Paulo



Escrito por Observatório Virtual 74 às 09h16
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Escrito por Observatório Virtual 74 às 09h48
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Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão

 

Elvira Lobato e Mario Cesar Carvalho

Erenice Guerra usou uma carta enviada à então titular da Casa Civil, Dilma Rousseff, para pressionar a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em 2007 em favor da Unicel Telecomunicações. O marido de Erenice, José Roberto Campos, era consultor da empresa.
Em janeiro de 2007, o presidente da Unicel, José Roberto Melo e Silva - padrinho de casamento de Erenice e Campos - mandou uma carta para Dilma com graves acusações à Anatel.

Erenice, que era secretária-executiva da Casa Civil, mandou cópia da carta ao então presidente da Anatel, Plínio Aguiar Júnior, e cobrou explicação urgente.

O empresário acusava a comissão de licitação e a procuradoria da Anatel de mentirem à Justiça Federal, de vazarem informações para empresas de fora da licitação e de coagirem o advogado da Unicel, Gabriel Laender - que depois foi nomeado assessor na Casa Civil.

A empresa tentava obter concessão para oferecer telefonia celular na Grande São Paulo, numa licitação iniciada pela Anatel, em 2005. Foi a única a apresentar proposta, mas depositou garantia aquém da exigida no edital - R$ 930 mil em vez dos R$ 9,3 milhões, graças a uma liminar obtida na Justiça.

A pressão da Casa Civil na Anatel, agora comprovada por documentos obtidos pela Folha, foi relatada em setembro pela revista "Veja".

Começou uma disputa judicial que levou a Anatel a cancelar a licitação. Quando a acusação do empresário chegou à Casa Civil, no dia 17 de janeiro de 2007, a licitação havia sido retomada. A empresa ganhara, em segunda instância, o direito de completar a garantia exigida.

A carta foi escrita um dia depois de a comissão de licitação adiar a abertura da proposta de preço, para averiguar pontos da garantia oferecida pela Unicel. A Intec, empresa que estava fora da licitação, alegara que a garantia estava vencida. O presidente da Unicel diz desconfiar que a Anatel iria beneficiar outra empresa, caso a disputa fosse anulada.

Na carta a Dilma Rousseff, o presidente da Unicel diz que o Brasil estava "a ponto de perder US$ 1 bilhão em investimentos", por culpa da Anatel, e que a agência tinha uma burocracia "capturada e descomprometida com os interesses do país".

O empresário acusou a Anatel de abuso de poder e de ter "propósitos escusos". A carta deixa claro que ele discutiu a questão previamente com a assessoria da Casa Civil antes de enviar as denúncias à ex-ministra.

A ingerência da Casa Civil criou um clima de revolta na Anatel. "É com total repulsa que esta CEL [Comissão Especial de Licitação] analisa o texto narrado na correspondência da Unicel", diz o relatório remetido à Casa Civil, também obtido pela Folha.

A comissão de licitação era formada por três gerentes e um advogado da União. Ela alegou, em sua defesa, que a Lei Geral de Telecomunicações exige depósito de garantia de 10% nas licitações da Anatel, e que a Unicel teria mentido à Justiça ao dizer que a agência teria de cumprir a Lei das Licitações, que estabelece garantia de 1%.

Para o ex-conselheiro da Anatel José Leite Pereira Filho - que ocupou o cargo de novembro de 1997 a novembro de 2007 -, houve interferência indevida de Erenice Guerra, o que "causou mal-estar em pessoas sérias" da agência, como disse à Folha.

Sem ter experiência num mercado dominado por grandes corporações, a Unicel ganhou o direito de explorar telefonia celular no maior mercado do país - a Grande São Paulo. Hoje a empresa está em estado pré-falimentar.

Segundo o conselheiro, era visível que a Unicel não teria capacidade financeira para implantar a telefonia celular em São Paulo, como se provou mais tarde.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 08h26
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Escrito por Observatório Virtual 74 às 15h04
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Um balcão de negócios na Casa Civil

 

A proximidade com o presidente da República, a visão geral da administração e o volume de informações estratégicas que detém fazem da Pasta um posto-chave na República. Não foi sem motivos que o presidente Lula encontrou na Casa Civil sua candidata.

O poder da Pasta amplifica a gravidade dos descalabros verificados por lá no entorno de Erenice Guerra, e que se tornam mais claros com o depoimento prestado pela ex-ministra, segunda-feira, à Polícia Federal, no inquérito aberto para apurar as denúncias de tráfico de influência praticado no ministério, cujo desfecho foi a saída da sucessora de Dilma Rousseff do cargo.

Chega a ser chocante o contraste entre a Casa Civil sob a influência da família Guerra e o ministério dos tempos de Leitão de Abreu, no governo Médici, ou de Golbery do Couto e Silva, artífice, com o presidente Geisel, da abertura política. Não se poderia imaginar que no futuro o ministério abrigaria uma oficina de criação de dificuldades, ao lado de um guichê de venda de facilidades.

Ao mudar a versão oficial de que jamais se encontrara com cliente do escritório de lobby do filho Israel Guerra, Erenice reforçou a veracidade das denúncias contra o clã familiar e ela própria.

No depoimento, a ex-ministra confirmou ter mantido contato com Rubnei Quícoli, representante de uma empresa paulista interessada em obter financiamento no BNDES para um projeto de energia solar no Nordeste.

Para isso, Quícoli contratou os serviços da Capital Assessoria, firma de lobby de Israel e Vinícius Castro, assessor da ministra Erenice. E Quícoli, confirma-se agora, foi recebido pela ministra. É lícito especular que no preço cobrado pela Capital estivesse embutido esse encontro.

Idêntico enredo envolve Fábio Baracat, outro lobista de empresas privadas, cliente da firma do filho e do assessor da ministra, contratada para facilitar a vida da MTA, empresa de transporte aéreo de carga, junto à Anac e aos Correios, estatal sob a área de influência da mãe de Israel. Com Baracat, Erenice teve dois encontros, segundo depôs à PF.

O escândalo, independentemente da eleição de domingo, encerra uma lição ao PT, partido em que política e negócios costumam se misturar de forma perigosa. No primeiro governo Lula, quando no gabinete que seria ocupado por Dilma e Erenice despachava o todo poderoso José Dirceu, houve o caso do mensalão, outro produto dessa confusão entre empresas e partido.

Algum tempo depois, o deputado federal Dirceu foi defenestrado, cassado e virou “chefe da organização criminosa” do mensalão, no processo em tramitação no STF.

Há, ainda, um amplo campo em que o braço do PT no mundo sindical, a CUT, convive com negócios bilionários, por participar da gestão de grandes fundos de pensão de estatais (Petros, Previ, os dois maiores exemplos).

Novamente, política e cifrões se embaralham, e — como demonstram as histórias de Dirceu e Erenice, cada uma com suas características — não se trata de uma combinação saudável.

Às vésperas da eleição do futuro presidente da República, pensar em como separar o máximo possível esses dois mundos é um dever de casa providencial para autoridades que assumirão em janeiro.

Não é aconselhável a mistura de política e dinheiro.

O Globo



Escrito por Observatório Virtual 74 às 12h30
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Pastor Silas Malafaia Responde Edir Macedo



Escrito por Observatório Virtual 74 às 03h50
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CPI da Bancoop pede 'imediata intervenção' do Ministério Público

 

Fausto Macedo

A CPI da Bancoop aprovou ontem relatório final em que propõe 'imediata intervenção' do Ministério Público na entidade sob investigação por suspeita de fraudes e repasses de recursos para financiamento de campanhas do PT. O documento, com 82 páginas, aponta 'inegável vínculo da Bancoop com o PT' e recomenda a desconsideração da personalidade jurídica da Cooperativa Habitacional dos Bancários, fundada por um núcleo do PT em 1996.

'Estamos diante de graves desvios de finalidade decorrentes de práticas supostamente ilícitas e impróprias dos dirigentes da Bancoop, portanto impõe-se a sua descaracterização jurídica', assinala o relator da CPI, deputado Bruno Covas (PSDB).

'O estreito vínculo da Bancoop com o PT se comprovou pelo laudo sigiloso elaborado pelo Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro do Ministério Público, que nos demonstra de maneira cristalina o enorme volume de recursos financeiros doados a campanhas eleitorais da agremiação partidária', destaca o relatório.

Segundo o documento, 'restou evidente que empresas foram criadas por diretores da Bancoop com a finalidade de se desviar recursos, fato que contribuiu para a lesão aos cofres da cooperativa e, consequentemente, às mais de 3 mil vítimas'.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 11h23
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Firma investigada em Santo André faturou R$ 7,7 mi do governo

 

Leandro Colon

Uma empresa acusada de participar de uma quadrilha, que desviou recursos públicos e cobrou propina na prefeitura sob administração petista em Santo André, faturou R$ 7,7 milhões no governo federal entre 2007 e 2010. No último dia 18, com a negativa da Justiça em acolher recursos protelatórios, a Projeção Engenharia Paulista de Obras Ltda. virou ré na companhia de empresários, do PT e do chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho. Todos são acusados de montar um esquema de corrupção entre 1997 e 2002, quando o PT comandou a prefeitura da cidade com Celso Daniel, assassinado há quase nove anos.

A empresa entrou no governo Lula há três anos, por meio da Aeronáutica. No fim de 2007, a Projeção assinou um contrato de R$ 4 milhões para uma obra no Parque de Material Aeronáutico de São Paulo. O serviço tinha conclusão prevista para meados de 2008. Só que, em agosto daquele ano, foi assinado aditivo de R$ 1,7 milhão por mais três meses.

No começo de 2009, a mesma empresa firmou um contrato de R$ 1,2 milhão, pelo período de sete meses, para trabalhar na 'recuperação das vias de acesso do setor sudoeste para a área operacional do Aeródromo do Campo de Marte'. Em agosto do ano passado, no entanto, um aditivo foi assinado por mais quatro meses. Segundo o Portal da Transparência, os repasses totais para esse serviço foram de R$ 2 milhões.

Segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da região do ABC, autora da ação aceita pela Justiça, a Projeção Engenharia intermediou o esquema de arrecadação de propina em Santo André que, de acordo com a denúncia do Ministério Público, serviu para abastecer o caixa 2 do PT. A empresa tem como dono Humberto Tarcísio de Castro, também denunciado. Mas, de acordo com os promotores, a empresa é comandada pelo empresário Ronan Maria Pinto, réu no mesmo processo.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 11h15
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Governo Lula não cumpriu metas

 

A questão da habitação tem andado em um ritmo lento nos quase oito anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até o principal programa do governo para o setor, o Minha Casa, Minha Vida, obteve desempenho abaixo do esperado.

Depois de um ano e meio de vigência, foram entregues apenas 181.641 casas, de um milhão de unidades prometidas.

A situação é pior entre as famílias mais pobres, com renda de até três salários mínimos e nas quais se concentra o déficit habitacional.

Neste caso, foram entregues somente 70.608 unidades — o que representa 17,6% da meta estipulada para este segmento: 400 mil.

A CEF, gestora do programa, alega que são necessários de 12 a 24 meses para a contratação e a entrega das casas. Segundo o Ministério das Cidades, foram contratadas até agora 697.328 unidades, somando propostas da Caixa e do BB.

Os órgãos do governo ligados à habitação não dispõem de dados abertos que comprovem quantas novas unidades foram construídas na gestão Lula.

O Globo



Escrito por Observatório Virtual 74 às 09h25
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Veja tem bala de prata sobre os dossiês pedidos por Dilma e Gilberto Carvalho.

 

Políbio Braga

Quem sabe ler jornais e revistas, há muito tempo descobriu que materiais explosivos como os da reportagem de capa da revista Veja desta semana nunca esgotam-se em si mesmos.

É o Delegado Tuma Júnior, o poderoso Secretário Nacional de Justiça nomeado por Tarso Genro para o Ministério da Justiça, quem está pela frente e por trás da chamada de capa da revista: “A verdade sobre os dossiês”. Na capa, ganha destaque a declaração de Pedro Abramovay, o substituto de Tuma Júnior: “Não agüento mais receber pedidos da Dilma e do Giberto Carvalho para fazer dossiês (contra Serra)”.

A reportagem é devastadora contra Dilma Roussef, Gilberto Carvalho e todo o governo Lula.

Veja teve tanta cautela, que antes de publicar qualquer coisa, mandou periciar as fitas.

Dilma Roussef, Pedro Abrovay e Carvalho negaram tudo.

Veja garantiu na reportagem que tem 50 horas de gravações feitas por Tuma Júnior com interlocutores do governo Lula, incluído os Ministros da Justiça, o Secretário Nacional de Justiça e Gilberto Carvalho.

Por que a revista não abre tudo e desmente as negativas de Dilma, Pedro e Carvalho? Ora, porque Veja ganha tempo e espera pelo próximo capítulo, como já fez em ocasiões anteriores, esperando que os reclamantes enforquem-se  com a própria corda.

O medo do governo Lula, do PT e de Dilma Roussef, relaciona-se ao que nem sequer foi contado – ainda pela revista.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h18
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Mais 3 Estados têm projetos para monitorar a mídia


Elvira Lobato

Ao menos mais três Estados - Bahia, Alagoas e Piauí - preparam-se para implantar conselhos de comunicação com o propósito de monitorar a mídia.

A criação dos conselhos foi recomendação da Conferência Nacional de Comunicação, realizada no ano passado, por convocação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Ceará foi o primeiro a tomar a iniciativa. Na terça-feira, a Assembléia Legislativa do Estado aprovou a criação de um conselho, vinculado à Casa Civil, com a função de "orientar", "fiscalizar", "monitorar" e "produzir relatórios" sobre a atividade dos meios de comunicação, em suas diversas modalidades.

O governo de Alagoas estuda transformar um conselho consultivo - existente desde 2001 e pouco operante- em deliberativo, com poder de decisão semelhante ao aprovado pelo Ceará.
A modificação foi proposta pelo conselho atual e será examinada pela Casa Civil e pela Procuradoria-Geral do Estado. O governador é Teotônio Vilela Filho (PSDB).
Segundo o presidente do conselho, Marcos Guimarães, entre as novas funções estaria o monitoramento da programação da mídia.

"Não podemos cruzar os braços. Nem tudo que vai ao ar é agradável à sociedade alagoana", afirmou.

Ele diz que o conselho atual já exerce, de certa forma, esse papel.

"Se um programa agride o cidadão, o conselho recomenda à empresa que o modifique, mas ela não tem obrigação de acatar a sugestão, porque ele é só consultivo. Quando for deliberativo, poderá tomar medidas efetivas, respeitando a legislação das concessões", afirmou.

No Piauí, foi proposta a criação de conselho com atribuição de denunciar às autoridades "atitudes preconceituosas de gênero, sexo, raça, credo e classe social" das empresas de comunicação.

Caberia ainda a esse conselho vigiar o cumprimento das normas de radiodifusão pelas emissoras locais e de denunciá-las à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e ao Ministério das Comunicações em caso de desrespeito à legislação.

O projeto foi feito por um grupo de trabalho nomeado pelo ex-governador Wellington Dias (PT) e encaminhado à Assembléia Legislativa.

Na Bahia, o conselho seria vinculado à Secretaria de Comunicação Social do Estado. A minuta do regulamento do conselho foi feita por um grupo de trabalho constituído em novembro do ano passado pelo governador Jaques Wagner (PT), que foi reeleito.

O secretário de Comunicação, Robinson Almeida, negou que haja intenção do governo do Estado de cercear a imprensa. Disse que o projeto está em análise na Casa Civil e não será divulgado antes de passar pelo crivo jurídico.

Além desses três Estados, em que há envolvimento direto do Executivo, tramita em São Paulo projeto semelhante ao aprovado no Ceará, como revelou o Painel ontem.
O texto do líder do PT, Antonio Mentor, prevê a criação de conselho parlamentar que teria, entre outras funções, a de fiscalizar as outorgas e concessões de rádio e TV.



Escrito por Observatório Virtual 74 às 11h07
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Escrito por Observatório Virtual 74 às 10h51
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