Observatório Virtual 74                                                                    "A vontade representa três quartos da vitória, o potencial relativo o quarto restante"
"Lula manchou seu governo e criou grave constrangimento ao Brasil e vergonha aos brasileiros, recusando-se a entregar à justiça italiana o terrorista Cesare Battisti."         (Claudio Humberto)
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Lula decide não extraditar o terrorisra Cesare Battisti.


             Olha minha cara de preocupado
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   Pijama hondurenho para        quem afronta a lei.


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Dilma sabe que precisa criar um ministério. Só não sabe qual.


Dilma acha que nordestino não é brasileiro.


O livro que eu não lembro me impactou muito.


Oi! internautas. Dilma Teleprompter


Dilma e o meio ambiente


  As 100 mais em 100 anos

      Assuntos inusitados


Casal que fazia sexo em carro ligado dentro de garagem morre intoxicado pelo monóxido de carbono em Moscou

Pedreiro dado como morto no PR aparece vivo e bêbado em seu velório

Juiz do Rio critica maridos que não dão atenção às mulheres

Soldado recebeu pulmão canceroso em transplante

Clérigos consideram samba obsceno

Cidade inglesa vai multar quem der comida a gaivotas

Cidade australiana ganha fama por proibir água engarrafada

Hamas acusa Israel de dar "chiclete afrodisíaco" para jovens em Gaza

Juíza cassa licença de funerária que serrou corpo para caber em caixão

"Testes de virgindade" em noivas provocam polêmica na Índia

Calças sem bolsos contra a corrupção

Guardas Nacionais

Preso popular astrólogo do Sri Lanka

Israelita joga no lixo colchão milionário

Mulher multada por não colocar a mão em escada rolante

Lotérica VIP

Método eficiente para prevenção da AIDS

Traficante detido após fazer denúncia



  Dilma Rousseff     Artigo 299 do Código Penal

Gente que mente


Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método.

Cria de Lula mente compulsivamente para ocultar a grande fraude

Arnaldo Jabor fala sobre Dilma Rousseff e Lina Vieira

Dilma: candidatura em estado de alerta

Dilma II mentiras seriais

Agenda de Dilma Roussef é falsa

Curriculo Mentira

Desabafo de um coração petista

Dilma e a "resistência democrática".

Deputado Aleluia: "Falta dignidade a Dilma"

Olavo de Carvalho Onde a Ministra Dilma colocou o dinheiro?

Ministra Dilma dá mau exemplo aos jovens ao "maquiar" currículo

O Sr. vincula o apoio de Lula a Sarney ao projeto Dilma 2010?

Dilma admite que currículo levado à web tinha erros

Dilma admite erro em currículo e fala sobre doutorado

Dilma foi alertada do risco de maquiar currículo

O currículo da ministra Dilma Rousseff

 
 

Todos os caminhos vão dar a Tiananmen

 

Por ABEL COELHO DE MORAIS

O Governo de Pequim insiste na versão oficial sobre o sucedido em Tiananmen em 1989: "Agitação contra-revolucionária." Passados 20 anos, muito mudou na China. Tudo menos a política.

Elementos da oposição detidos preventivamente, outros afastados de Pequim ou sujeitos a apertada vigilância policial, as autoridades chinesas não correm riscos a uma semana do 20.º aniversário dos acontecimentos na praça de Tiananmen, na noite de 3 para 4 de Junho de 1989.

Acontecimentos que continuam a mobilizar a opinião pública chinesa e internacional, como um grupo de mães de vítimas da repressão a exigirem um inquérito independente para determinar o número preciso de mortos. Pequim admite a existência de 241 vítimas, incluindo os militares; as estimativas da oposição e de ONG internacionais referem 2500.

A diferença é que Pequim nunca divulgou uma lista das vítimas. Apenas refere que entre estas 218 eram civis, dos quais 36 estudantes, e 23 militares.

"Não permitam que uma negligência temporária se transforme num erro eterno", lê-se numa carta das Mães de Tiananmen, um grupo de 128 familiares das vítimas que, desde há alguns anos, procura determinar o número preciso de mortos. Até hoje, conseguiu identificar 195 vítimas com as suas investigações.

Os apelos das Mães de Tiananmen não vão encontrar eco junto do Governo de Pequim, que continua a classificar o sucedido como uma "rebelião contra-revolucionária" com o propósito de pôr em causa o monopólio político do Partido Comunista Chinês.

Na semana passada, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, interrogado por jornalistas europeus, declarou que "o nosso partido e o Governo estabeleceram um diagnóstico inequívoco" sobre "a agitação política no final dos anos 80". Pequim continua a afastar a possibilidade de pedir desculpa às vítimas e suas famílias, como estas desejam.

Mas se as autoridades mantêm a posição oficial sobre Tiananmen, as memórias do secretário-geral do partido, Zhao Ziyang, adepto da linha reformista e afastado pelo setor conservador, vieram reativar o debate sobre o sucedido entre Maio e Junho de 1989. Por outro lado, os protestos e a contestação social na China de hoje indicam que Zhao pode estar mais perto da razão do que os seus adversários quando um dia afirmou que "só a democracia parlamentar completa a economia de mercado". A segunda existe na China; a primeira continua a faltar.

 

Fonte: http://dn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h19
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Milhares de pessoas lembram repressão de Tiananmen

 

Milhares de manifestantes, entre os quais um dos líderes estudantis da Praça Tiananmen, desfilaram hoje em Hong Kong para assinalar o 20º aniversário da repressão do movimento democrático de 1989 em Pequim, China, relataram as agências internacionais.

Cerca de cinco mil pessoas, segundo os organizadores, desfilaram nas ruas da cidade, antecipando uma outra comemoração prevista para a próxima quinta-feira, aniversário da intervenção do exército chinês, na noite de 03 para 04 de Junho de 1989, para reprimir estudantes em greve de fome em Tiananmen como protesto contra o regime comunista.

Segundo um relatório de então das autoridades da cidade de Pequim, 241 pessoas foram mortas, 36 das quais estudantes, mas a hierarquia central do país nunca apresentou qualquer balanço de vítimas, classificando o movimento como rebelião contra-revolucionária.

Entre os manifestantes presentes hoje em Hong Kong figurava Xiong Yan, uma das figuras centrais das manifestações de 1989, detido durante dois anos na China e que vive atualmente nos Estados Unidos.

Fonte: http://dn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h03
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Declaração do "cara" continua repercutindo

 

 Observatório Virtual 74 deseja um futuro promissor ao Gabriel e sugere que:

- não escolha a profissão de banqueiro e

- dedique-se aos estudos, pois não contará com o benefício de cotas para ingressar na faculdade, ao contrário de seus irmãos.

 



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 19h54
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FIFA anuncia as 12 sedes da Copa de 2014


A Fifa anunciou as 12 cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal e Recife.

Um total de 17 cidades participava da disputa. Ficaram de fora Campo Grande, Goiânia, Rio Branco, Florianópolis e Belém.

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, destacou o "alto nível técnico" de todas as candidatas e ressaltou que "não existem vencedores ou vencidos".

Apesar do anúncio, ainda não foi definido o palco da final, embora seja quase certo que a decisão acontecerá no Maracanã, repetindo 1950, pois a cidade é candidata única.

O mais provável é que a abertura aconteça em São Paulo, maior cidade e capital financeira do país. Porém, a capital Brasília e Belo Horizonte também manifestaram interesse e contam com projetos de estádios com capacidade suficiente.

 

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 16h46
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Transpetro é foco de investigação da CPI da Petrobrás

 

Os senadores elegeram a Transpetro como um dos principais focos da investigação da CPI da Petrobras. O ponto de partida das apurações será as auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontam irregularidades na subsidiária da Petrobrás responsável pelo transporte — por tubos, em terra, ou por navios, no mar — de óleos e derivados. Inspeções do TCU já identificaram casos de pagamentos indevidos no processo bilionário de compra de navios até gastos com artigos de luxo. Ao focar na Transpetro, senadores oposicionistas, e até governistas, têm o objetivo de minar o poder do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, amigo e padrinho político do presidente da subsidiária, Sérgio Machado.

À cata de informações, os senadores pretendem usar investigações do TCU para lançar luz na Transpetro. Uma auditoria do tribunal constatou irregularidades no processo de compra de 26 navios, um investimento avaliado em R$ 5,6 bilhões. Num dos casos de 2007, os auditores descobriram que um escritório de advocacia contratado por R$ 4,7 milhões pela subsidiária não tinha a devida “notória especialização”, argumento que levou a Transpetro prescindir da licitação. Além de realizar serviços de advocacia que seriam atribuições do próprio departamento jurídico, o escritório subcontratou juristas de fora para fazerem pareceres durante a fase de pré-qualificação. Por determinação de ministros do TCU, a investigação passou a correr num processo independente.

Na mesma auditoria, o TCU ordenou que a Transpetro excluísse cobranças indevidas de dois contratos de construção de navios. Segundo o TCU, no primeiro, de US$ 517 milhões, houve a inclusão equivocada de US$ 1,034 milhão a título de gastos a serem efetuados com causas trabalhistas. No segundo contrato, colocaram US$ 698 mil em despesas com salários e encargos trabalhistas fora de hora. Só nesses dois erros, de acordo com o TCU, os custos dos contratos aumentaram em R$ 3,9 milhões.

Outra auditoria do tribunal se debruçou sobre gastos da comunicação social do órgão e identificou desde a compra de canetas Mont Blanc, patrocínios para uma escola de samba e até para um evento de um parente de um ex-diretor da subsidiária. Em resposta por e-mail, a estatal disse que nenhuma conta da companhia, incluindo as três citadas pela reportagem, foi julgada irregular pelo TCU. “Todas as recomendações do tribunal, decorrentes das auditorias de rotina, são observadas e as informações necessárias prontamente repassadas. A Transpetro, como empresa do Sistema Petrobras, adota o procedimento de licitação simplificado regulado pelo Decreto Presidencial 2.745/98”, defendeu-se a Transpetro em nota. A empresa sustenta que, com base na Constituição, “não está citada como ‘fato determinado’ da CPI em questão”. Ou seja, não pode, em tese, ser alvo da investigação. Os senadores discordam. E miraram na subsidiária e, por tabela, no líder do PMDB. “Renan sabe que não pode brincar na CPI”, alerta um cacique petista, interessado em minar o poder do peemedebista.

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 16h13
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Ciro Gomes ameaça estratégia petista de eleger Dilma Rousseff

 

Luiz Carlos Azedo

Deputado federal mais votado do país, com 667,8 mil votos, ex-ministro da Fazenda de Itamar Franco e da Integração Nacional de Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro Gomes ainda assombra os estrategistas da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, apesar do isolamento a que está submetido. Sua importância no jogo sucessório é apenas eleitoral, como ficou evidente na pesquisa Vox Populi encomendada pelo PT no começo do mês. Ciro aparece como um nome competitivo nos dois cenários em que entra na lista de candidatos, mas a preocupação maior é com o papel desagregador da base eleitoral de Lula que sua candidatura pode representar, com seu perfil nordestino e discurso à esquerda da ministra. O candidato do PSB dificulta a transferência dos votos de Lula para Dilma.

“Nós não concordamos com a tese de que a candidatura de Ciro prejudica a ministra Dilma Rousseff, ele é melhor preparado para enfrentar os tucanos. Além disso, a existência de duas candidaturas é a garantia de que teremos uma disputa em dois turnos”, argumenta o líder do PSB na Câmara, deputado Rodrigo Rollemberg (DF), um dos aliados do ex-ministro na cúpula da legenda. Outro aliado importante é o líder no PSB no Senado, Renato Casagrande (ES), que também defende a candidatura própria. A grande incógnita é o presidente do PSB, Eduardo Campos, governador de Pernambuco candidato à reeleição, que sonha com o apoio do PT em seu estado. Formalmente, Campos defende a candidatura própria, mas nos bastidores tem se queixado dos “sumiços” e do destempero de Ciro quando entra em bolas divididas.
A grande preocupação dos petistas é com a possibilidade de Ciro inviabilizar a estratégia traçada pelo PT para unir o que chamam de “campo democrático e popular” contra o candidato do PSDB, seja ele o governador José Serra (SP) ou o governador Aécio Neves (MG). O PT quer carimbar a oposição como “conservadora, privatizante e entreguista”, contra a qual só haveria uma alternativa: Dilma. Para isso, a cúpula da legenda pretende abrir mão de todos os possíveis candidatos a governador, com exceção dos petistas que disputarão a reeleição, como o governador da Bahia, Jaques Wagner. “A prioridade do PT é eleger Dilma e ampliar as bancadas no Senado e na Câmara. Para isso, vamos prestigiar os nossos aliados nos estados, inclusive do PSB”, garante o líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP).

Essa tese é música não só para os ouvidos de Eduardo Campos. A governadora do Rio Grande do Norte, Vilma Maia (PSB), sonha com essa possibilidade para sua reeleição. Até as relações de Ciro com seu irmão Cid Gomes (PSB), governador do Ceará, candidato à reeleição, estão sob tensão por causa das duas candidaturas. Além disso, Ciro tem compromisso com a reeleição do senador tucano Tasso Jereissati (CE), que apoiou Cid contra Lúcio Alcântara, então governador do PSDB.

Ciro, de fato, andou sumido. Deve chegar dos Estados Unidos no meio desta semana, depois de mais uma imersão na Universidade de Havard (onde fez pós-graduação em Economia) para aprofundar seus conhecimentos sobre a crise econômica mundial. Duas vezes candidato a presidente da República pelo PPS, em 1998 e em 2002, ele se considera mais preparado para enfrentar o PSDB, partido pelo qual se elegeu governador do Ceará em 2004. Apesar de magoado porque foi atropelado pela candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussseff, mantém fair play. Desce a lenha na oposição, elogia a ministra e jura lealdade ao presidente Lula.

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 15h51
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Irã executa três homens por atentado a mesquita

 

Três homens que foram condenados pela justiça iraniana por cumplicidade no atentado de quinta-feira (27/05) contra uma mesquita xiita em Zahedan, que fez 25 mortos, foram ontem  executados. "Os terroristas foram enforcados em público às seis horas da manhã (1.30 em Lisboa) perto da mesquita Amir al-Momenin", alvo do atentado, disse um responsável judicial local, Ebrahim Hamidi. Menos de 48 horas depois do ataque.

Segundo Hamidi, os condenados tinham introduzido no Irã os explosivos utilizados e entregado ao responsável pelo atentado suicída. O ataque de quinta-feira, na segunda maior mesquita de Zahedan, na província de Sistan-Baluchistão, fez 25 mortos e 125 feridos.

A televisão iraniana mostrou ontem milhares de habitantes da cidade, vestidos de negro em sinal de luto, reunidos diante da mesquita. Alguns gritavam: "Vou matar aquele que matou o meu irmão" e outros "morte aos wahabitas". O wahabismo é uma corrente fundamentalista do islão sunita. O atentado foi reivindicado pelo grupo rebelde sunita Jundallah, num telefonema para a televisão Al-Arabiya.

 

Fonte: http://dn.sapo.pt

 

Comento: será que o Ministro Tarso Genro vai se pronunciar, por ocasião da visita do Presidente do Irã ao Brasil, se os enforcados tiveram direito a defesa no prazo de 48 horas?

Pau que bate em Chico (Itália) bate em Francisco (Irã), ou não?



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h50
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Menino Malucão



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h11
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EUA não aceitarão que Coreia do Norte tenha arma atômica

 

O secretário norte-americano da Defesa, Robert Gates, disse este sábado em Singapura que os Estados Unidos "não aceitarão que a Coreia do Norte tenha arma atômica" e que se mantém a política de desnuclearização da península coreana.

Gates, que discursava numa conferência anual sobre segurança regional, declarou que "o programa nuclear norte-coreano constitui um perigo para a paz e estabilidade regionais", avisando o regime de Pyongyang que os Estados Unidos reagirão à proliferação nuclear.

"A transferência de armamento ou material nuclear pela Coreia do Norte para Estados ou atores não estatais seria considerada como uma grave ameaça aos Estados Unidos e seus aliados", advertiu o responsável pela Defesa norte-americana, que transitou da administração Bush para a de Obama, "e consideraremos a Coreia do Norte plenamente responsável por tais atos."

Robert Gates apelou também à China para cooperar de maneira efetiva com os Estados Unidos e fazer prova da transparência no domínio da defesa, dado que a modernização militar de Pequim inquieta Washington e os seus aliados na Ásia.

 

Fonte: http://dn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h03
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Chávez no quiso debatir con Mario Vargas Llosa

 

Un frustrado debate entre el presidente Hugo Chávez, el novelista peruano Mario Vargas Llosa, el ex canciller mexicano Jorge Castañeda y el historiador mexicano Enrique Krauze se convirtió en toda una novela de suspenso.

Este viernes en la noche, inicialmente, el mandatario venezolano aceptó discutir con los intelectuales que asisten a un foro sobre libertad y democracia en Caracas. “Los invito a intervenir en Aló, Presidente el sábado a las 11 de la mañana. Serán respetados, sin evadir ningún tema, transmisión en vivo y si quieren en cadena nacional de radio y televisión”, les dijo Chávez. El día anterior, Vargas Llosa, Castañeda y Krauze, entre otros, retaron al mandatario venezolano a “hacer un debate público de ideas”.

Cuando todo parecía listo para la cita, los intelectuales le propusieron a Chávez un debate, pero sólo con Vargas Llosa. Al presidente venezolano no le gustó la idea y decidió no conversar. “Es lamentable. No quieren discutir, lo que quieren es un show”, aseguró Chávez. Y terminó diciendo: “Ahora la invitación es esta: el que quiera debatir que venga, y yo puedo moderar la mesa, pero el debate es entre intelectuales. Yo soy presidente”.

 

Fonte: http://www.elespectador.com



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 03h01
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Espermatozóides que transportam medicamentos

Nova tecnologia criou espermatozoários para transportar medicamentos no corpo humano.

O nome diz quase tudo. O nanoespermatozóide é dez vezes menor que um espermatozóide normal, mas tem uma missão diferente do  “clássico”: transporta medicamentos pelo corpo humano.

Para além das particularidades do tamanho e da função, o nanoespermatozóide tem a cauda em forma de saca-rolhas e uma cabeça esférica de cristal e silício.

Durante os primeiros testes, os investigadores verificaram que os pequenos espermatozóides conseguem viajar a uma velocidade de 40 micrometros por segundo e que são capazes de transportar uma carga de 1000 vezes superior ao seu tamanho.

Mas é a capacidade de se movimentarem em ambientes “hostis” que confere a esta tecnologia um lugar de destaque no meio científico. Segundo um dos investigadores,  Peer Fischer, da Universidade de Harvard, esta "viagem” que os nanaoespermatozóides fazem é  como “nadar numa piscina de alcatrão num dia de calor”.

O nanoespermatozóide abre caminho para que, no futuro, se possam transferir medicamentos para determinadas áreas do corpo humano, ou mesmo para ser usado para realizar cirurgias.

 

Fonte: http://jn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h48
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Santo Graal da reeleição

 

A política na América Latina converteu-se numa espécie de corrida frenética em torno da busca do Santo Graal regional, que adota a forma de reeleição. Nesse sentido, quantas vezes mais puder ser reeleito um presidente, melhor. Obviamente, o desiderato é a reeleição permanente. O dia em que se escrever este capítulo na história da América Latina será necessário guardar um lugar de honra para o Presidente venezuelano, Hugo Chávez, que através de muitas manobras e artimanhas, conseguiu o sonho dourado da reeleição permanente e traçou o caminho para os seus seguidores.

Aqui também poderíamos mencionar outra tendência, de momento mais limitada, que é a irrupção dos casamentos presidenciais. Estes, de momento, respondem a dois modelos com alguns pontos em comum entre si: 1) o modelo da família Kirchner (Argentina), no qual a sucessão se articula dentro do casamento ou 2) o modelo de Daniel Ortega (Nicarágua), capaz de situar o cônjuge não governante, a sua esposa Rosario Murillo, num lugar de grande poder.

Órfã de liderança, a oposição paraguaia ao tradicional domínio do Partido Colorado decidiu apostar pela emergente figura de um bispo dos pobres. Em pouco tempo, e ungido não com o óleo santo mas com os petrodólares de um país amigo, Fernando Lugo saltou para o estrelato e foi eleito Presidente do Paraguai. Ao final de um ano de Governo, o escândalo de várias paternidades rebentou-lhe na cara e veio complicar o futuro do seu Governo e o objetivo de alcançar também o benefício da reeleição indefinida.

Na vizinha Argentina, no meio de uma pré-campanha eleitoral que se tornará cada vez mais amarga, a Presidente Cristina Kirchner perguntou à oposição: "Para que é que querem a maioria?" Como é que se pode perguntar à oposição para que se quer candidatar às eleições e, sobretudo, para que as quer ganhar? Deste modo, admite-se que quem atualmente ocupa o trono presidencial está ali para ficar para sempre.

Na mesma linha, encontram-se algumas manifestações do recentemente reeleito Presidente do Equador, Rafael Correa, que pretende armar-se em árbitro do diálogo entre o Governo e a oposição. Cabe ao Presidente legitimar os seus interlocutores, em função do fato de lhe agradarem mais ou menos e não pela percentagem de apoio popular que tenham.

O perigoso enviesamento de algumas destas manifestações pode levar a política latino-americana à tragédia. Aplacar as vozes do desacordo, potenciar a arbitrariedade e não respeitar as leis que defendem os partidos menores são só algumas manifestações de uma forma de entender o poder, livre dos controlos (dos pesos e contrapesos) inerentes a qualquer sistema democrático.

 

Fonte: http://dn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h05
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Material de informática autorizado por Cuba



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 19h15
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PEC que permite 3º mandato é protocolada e devolvida

 

Horas depois de apresentada, a PEC (proposta de emenda constitucional) que abre a possibilidade para um terceiro mandato do presidente Lula foi devolvida pela secretaria da Câmara para o seu autor, deputado Jackson Barreto (PMDB-SE).

Diante da pressão dos presidentes dos dois principais partidos da oposição, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) e deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), 5 tucanos e 8 dos 11 democratas que apoiaram inicialmente o texto retiraram as assinaturas.

Com isso, a PEC protocolada na tarde de ontem com o apoio de 183 deputados, passou a ter apenas 170 nomes, o que torna a sua tramitação inviável. Para que ela seja enviada à Comissão de Constituição e Justiça da Casa são necessárias 171 assinaturas.

A PEC será devolvida ainda hoje para o deputado, que poderá buscar novos apoios.

 

Fonte: Folha de São Paulo



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 12h00
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Venezuela vive “en una dictadura”

 

Venezuela está “viviendo en una dictadura” ya que todos los poderes del estado son “controlados” por el Ejecutivo del presidente venezolano, Hugo Chávez, afirmó este jueves a Efe el alcalde metropolitano de Caracas, el opositor Antonio Ledezma. “Aquí tenemos un parlamento y un poder judicial controlados totalmente por el presidente Chávez, por lo tanto, estamos viviendo en una dictadura”, denunció el alcalde mayor de la capital venezolana.

Ledezma realizó estas declaraciones poco después de participar en la inauguración del foro “Encuentro Internacional Democracia y Libertad”, que reúne a intelectuales y políticos latinoamericanos como Jorge Quiroga, ex presidente de Bolivia, el escritor peruano nacionalizado español Mario Vargas Llosa y el ex canciller mexicano Jorge Castañeda.

“Vamos camino de convertirnos en la segunda Cuba (...) Chávez no lo ha ocultado: siendo Cuba el mar de la felicidad y Fidel Castro su paradigma”, declaró Ledezma en el hotel caraqueño donde se celebra el foro organizado por Centro de Divulgación del Conocimiento Económico para la libertad (Cedice) y que concluye este viernes.

Asimismo, el alcalde metropolitano se refirió al incidente con Vargas Llosa, quien fue retenido durante 90 minutos ayer al llegar al aeropuerto de Caracas y advertido de que, según dijo, podría ser expulsado del país si realizaba declaraciones sobre la política venezolana. “Este es un Gobierno intolerante, incapaz de tolerar la disidencia y que criminaliza la oposición (...). Este es un foro donde se debaten ideas y Vargas Llosa es un hombre de ideas”, dijo.

Ledezma obtuvo la victoria en las elecciones regionales y municipales del pasado noviembre, aunque denunció que recientes decretos presidenciales, como la creación de un nuevo organismo capitalino nombrado directamente por Chávez, tratan de recortar competencias de la Alcaldía Mayor de Caracas. “Se está aplicando el desconocimiento de la soberanía popular, como en mi caso en el que 800.000 caraqueños votaron por mí y el Gobierno ha venido desarrollando una escalada dictatorial para despojarme de funciones, de recursos y potestades”, afirmó.

Ledezma agregó asimismo que “Venezuela ya no solo exporta petróleo, ahora también exporta revoluciones, y por eso las andanzas de Chávez en Bolivia, Ecuador, Nicaragua”.

 

Fonte: http://www.elespectador.com/



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h03
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Cuba : Controles redobrados aos equipamentos "subversivos" para captar TV por satélite

 

Mais de 150 equipamentos para captar televisão por satélite foram confiscados desde o início do ano pelas alfândegas cubanas, afirmou na quinta-feira o órgão oficial do Partido Comunista Cubano.

O diário Granma põe em causa os Estados Unidos no que considera ser um tráfico ilegal, tendo em vista "desestabilizar o país".

Este material, proibido em Cuba aos particulares, entra por vezes camuflado nas bagagens de passageiros procedentes de Miami (Florida, Estados Unidos).

 

Fonte: http://jn.sapo.pt/



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 01h44
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Condenado por insultar professor

 

O Tribunal de Vila Verde (Portugal) condenou um antigo aluno da escola secundária da vila a pagar 800 euros, 300 de multa e 500 de indenização, pelo crime de injúria agravada a um professor.

O juiz deu como provado que, em junho de 2006, o aluno, que hoje tem 19 anos, dirigiu palavras injuriosas ao professor de Matemática, ao ser chamado à atenção quando brincava com o celular na sala de aula.

"O arguido ignorou as várias advertências do professor até que, ao ser mais uma vez chamado à atenção, se levantou, arrumou o material na mochila e abandonou a sala, insultando o professor com palavrões", refere o acórdão.

O queixoso, que pede o anonimato, disse ao CM que só recorreu aos tribunais porque o aluno recusou pedir desculpa.

O tribunal concluiu que o arguido lesou a honra e consideração devidas ao docente, tendo agido com dolo, ou seja, com vontade de ofender.

A condenação do antigo aluno foi baseada, entre outros fatores, no depoimento de três ex-colegas de turma, que o acusaram.

 

Fonte: http://www.correiomanha.pt

 

Pergunta: por que os professores aqui no Brasil não tomam atitude semelhante, quando agredidos?



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 01h12
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Futuro Presidente da Petrobrás na plataforma P 2011



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h35
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3º Mandato na América do Sul

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 14h51
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Receita divulga datas do pagamento das restituições do IR 2009


A edição de hoje (28) do Diário Oficial da União traz publicadas as datas do pagamento da restituição do Imposto de Renda Pessoa 2009, ano-base 2008.
De acordo com a Instrução Normativa n.º 942, serão ao todo sete lotes. Os pagamentos são feitos, geralmente, no dia 15 de cada mês. O primeiro será pago em 15 de junho, o segundo, em 15 de julho, o terceiro, em 17 de agosto. O dinheiro será depositado na conta corrente indicada na declaração.

Os idosos têm prioridade no pagamento do primeiro lote.

Datas do pagamento da restituição:

Lotes                   Data 
Primeiro lote     15 de junho

Segundo lote    15 de julho
 
Terceiro lote     17 de agosto

Quarto lote       15 de setembro

Quinto lote       15 de outubro

Sexto lote        16 de novembro

Sétimo lote       15 de dezembro

 

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 14h26
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TCU aponta que Petrobrás usa aditivos para elevar custos de obras


O Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que a Petrobrás tem usado contratos turbinados por termos aditivos que elevam os custos das obras e dos serviços. A estatal seria protegida por um regulamento interno. Mesmo sem aditivos, o orçamento fica acima de 50% do valor programado.

Uma plataforma e um gasoduto que estavam orçados em R$ 1,8 bilhão, já está com o custo de R$ 3,6 bilhões. O aditivo é como se fosse um anexo ao contrato original. Pode ser usado para aumentar os valores dos serviços e, consequentemente, o pagamento às empreiteras, muitas delas sem licitação.

O uso dos aditivos é uma das irregularidades constatadas por auditores do TCU em cinco dos projetos da Petrobras. Além deles, as auditorias mostram casos de superfaturamento. Um exeplo disso é que uma mesma obra com serviços idênticos apresentou diferença de preço de 2.000%.

 

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 14h18
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Deputado da base lê PEC do terceiro mandato em plenário


A proposta de emenda à Constituição que permite um terceiro mandato ao presidente, governadores e prefeitos foi lida hoje (28) em plenário pelo deputado Jackson Barreto (PMDB-SE). A PEC começará a tramitar assim que protocolada e poderá valer já para as eleições do ano que vem.

“Acredito que vamos receber muitos torpedos contrários, mas ela deverá começar a valer já para as próximas eleições”, disse.

O autor da matéria, que contou com a assinatura de 192 deputados, negou que a ideia de oficializar a proposta decorra da doença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, cotada como principal candidata do governo para suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Foi uma intuição pessoal”, disse. “Fiz uma avaliação no mês de abril, quando não havia o problema de saúde da ministra. Recuei na apresentação na época, porque não era ético”, completou.

O líder do PT, Cândido Vaccarezza (SP), se apressou em dizer que o partido é contra um terceiro mandato e que vai orientar a bancada a rejeitar a proposta. “Quem do partido assinou o requerimento da PEC, assinou para que ela começasse a tramitar, para que o assunto seja debatido no mérito. Não vou pedir para ninguém retirar assinatura, mas vou encaminhar a votação contrária à proposta”, comentou.

A PEC começará a tramitar assim que for protocolada na Secretaria-Geral da Mesa, o que, segundo Jackson Barreto, será feito hoje à tarde. Em seguida, deverá ser criada uma comissão especial para discutir o assunto. Para ser aprovada, precisará de votação em dois turnos na Câmara e no Senado, com aprovação de três quintos de cada casa.

O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), reafirmou que o governo é contra terceiro mandato. “Tenho convicção de que o presidente Lula não entrará nessa. Somos contra. E o presidente deixou claro que não é candidato num terceiro mandato.”

 

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 14h11
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Microsoft corta o messenger

 

Manuel Molinos

O Windows Live Messenger, (popularmente conhecido como MSN) está bloqueado desde quinta-feira na Coreia do Norte, Irão, Iraque, Cuba, Síria e Sudão.

A Microsoft, proprietária do serviço, cortou o acesso ao programa a todos os países que estão sujeitos a sanções económicas norte-americanas.

Ao entrarem no MSN, os internautas que acedem a partir desses países deparam-se com a mensagem: "Error 810003c1: We were unable to sign you in to the.NET Messenger Service".

A Microsoft não comentou o corte nem divulgou oficialmente as razões do mesmo.

Segundo o site ZDnet, um porta-voz da Microsoft confirma o notícia. "O anúncio está correcto”,  foi a única informação conseguida junto da empresa de Bill Gates.

 

Fonte: http://jn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 13h48
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Pyongyang ameaça com ataque militar

 

PEDRO OLAVO SIMÕES

Continua o paralelo 38, onde, em 1953, foi traçada a linha de separação entre as duas coreias, a estar no centro das atenções de todo o Mundo, sobretudo depois de o imprevisível Norte ter ameaçado atacar o Sul.

Um ataque da Coreia do Norte à Coreia do Sul significaria, tecnicamente, a quebra da trégua que dura desde a Guerra da Coreia, o primeiro dos conflitos regionais em que se materializou a Guerra Fria. Nunca a paz foi assinada entre os dois países, e Pyongyang faz questão de lembrar isso, até porque a obtenção de um tratado de paz vantajoso será uma das metas da política provocatória que vem levando a cabo.

Ontem, a evolução do processo que tem marcado os últimos dias foi, portanto, uma forma de pressão mais intensa. Já na véspera um responsável militar norte-coreano falara em "declaração de guerra", ao comentar a adesão da Coreia do Sul a uma operação, liderada pelos EUA, que tem como objectivo a intercepção de navios suspeitos de transportar armas de destruição maciça. E os termos dessa reacção, veiculados pela agência noticiosa oficial, são duros: "Qualquer acção contra os nossos navios pacíficos, incluindo buscas e abordagens, será considerada uma imperdoável violação da nossa soberania, e responderemos de imediato com um poderoso ataque militar".

Os receios, a sul, são cada vez maiores, ainda por cima por haver indicações de que o vizinho setentrional reactivou uma unidade de produção de plutónio, que poderá ser utilizado no fabrico de bombas nucleares. Porém, são muito poucas as certezas quanto ao que há a fazer para pôr cobro a esta ameaça, que, ainda por cima, é mal conhecida.

É bem possível que a Coreia do Norte, ao adoptar estas posições, esteja a cumprir uma estratégia previamente delineada para sair das profundas dificuldades em que subsiste. Mas a conjuntura e a relação de forças internacionais também ajudam.

A aplicação de sanções económicas, única medida ao alcance da comunidade internacional (excluam-se, claro, os absolutamente indesejáveis cenários de guerra), serve de pouco. Mais do que os governantes, é o povo, absolutamente miserável, que sofre com tais medidas. Além disso, não há consenso quanto à aplicação de tais medidas. A China, que continua a ser a coisa mais parecida com um aliado, para Pyongyang, na medida em que é o parceiro em 70% dos negócios externos da Coreia do Norte, fará tudo para manter o regime comunista. Por duas razões nada ideológicas: escapar aos efeitos de uma catástrofe humanitária e impedir a reunificação coreana, que significaria ter tropas norte-americanas mesmo junto à fronteira.

 

Fonte: http://jn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 13h34
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O primeiro-ministro da Suazilândia apresentou uma proposta de lei para identificar com uma marca todas as pessoas que estejam infectadas com AIDS.

 

O político quer tornar obrigatório o teste de despistagem do HIV e marcar com uma pequena "tatuagem" nas nádegas todos os que acusarem positivo. Segundo Meyni, esta marca visa travar a epidemia de aids, evitando que os indivíduos contaminados tenham relações sexuais com pessoas sãs.

"Antes de se envolver com alguém, convém olhar para o seu rabo", explicou o primeiro-ministro, citado pelo The Swazi Observer. A Suazilândia tem a mais alta taxa de incidência de aids em adultos de todo o mundo. A Organização Mundial de Saúde estima que 26,1% da população esteja infectada, "perante a impassibilidade do Governo", escreveu o El Mundo.

 

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/globo



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 03h12
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Supremo espanhol indicia juiz Garzón por prevaricação

 

O juiz Baltasar Garzón terá de responder por suspeitas de "prevaricação" diante do Supremo Tribunal espanhol. Esta instância judicial aceitou uma queixa apresentada em Janeiro contra o magistrado devido à sua investigação, entretanto abandonada, sobre os desaparecimentos durante a Guerra Civil espanhola e os anos do franquismo.

Esta queixa partiu do sindicato dos funcionários Manos Limpias que acusa Garzón de um delito de "prevaricação premeditada e consciente", segundo o diário El Mundo. Os juízes do Supremo decidiram aceitar a queixa após uma análise superficial do caso e contra a recomendação do Ministério Público.

O sindicato acusa Garzón de ter criado um "artifício jurídico", e de não ter tido em conta a lei de amnistia de 1977, para reabrir a investigação sobre os "desaparecimentos forçados" de vítimas republicanas. Estes casos foram considerados pelo juiz "crimes contra a humanidade".

 

 

Fonte: http://dn.sapo.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h14
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Caracas 1 x 1 Grêmio



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 01h51
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Prefeito de Caracas: não é hora de entrar no MERCOSUL

 

O prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, manifestou-se contra o ingresso, neste momento, da Venezuela no Mercosul. Ele afirmou – em carta enviada ao presidente do Senado, José Sarney – que a população venezuelana apoia a posição do senador em favor de que se cumpram as condições democráticas para a adesão daquele país ao bloco. Sarney encaminhou a carta na segunda-feira à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), à qual cabe votar o parecer sobre o pedido de ingresso da Venezuela antes da votação em Plenário.


"Seria um precedente muito grave admitir no Mercosul um presidente [Hugo Chávez] cujas ações demonstram uma escalada autoritária; que não crê nos princípios de mercado, de processo de integração", diz a carta. Segundo Ledezma, "o governo central da Venezuela tem, desde o início, hostilizado de forma inaceitável os que foram eleitos como representantes em nível local e regional, negando-lhes o direito de exercer suas responsabilidades pelo simples fato de serem de oposição", o que se configuraria num "golpe de Estado à Constituição".


O prefeito de Caracas expressa ainda, "em nome dos setores democráticos da Venezuela" e em seu próprio nome, o reconhecimento pelas recentes declarações de Sarney em defesa da América Latina em geral e por seu apoio à democracia na Venezuela, em particular.

 

Fonte: http://www.senado.gov.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 17h43
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Esquentou a guerra IV

Salve-se quem puder



Escrito por Observatório Virtual 74 às 15h01
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Esquentou a guerra III

Salve-se quem puder



Escrito por Observatório Virtual 74 às 14h59
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Esquentou a Guerra II

Salve-se quem puder



Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h42
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Esquentou a guerra I

Salve-se quem puder 



Escrito por Observatório Virtual 74 às 01h50
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Traficante detido após fazer denúncia

 

Um homem de 38 anos foi detido em Huesca, Espanha, por tráfico de drogas, após ter se queixado às autoridades policiais de que lhe pagaram um quilo de maconha com notas falsas de cem euros.

 

O detido, cuja identidade não foi divulgada, denunciou as quatro pessoas que lhe pagaram a droga com dois mil euros em dinheiro falso. As notas foram já entregues à polícia, que deteve o traficante/denunciante.

 

Fonte: http://www.correiomanha.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 22h47
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Pescador morto em frente à família

 

Paulo César dos Santos Souza, um pescador de 40 anos que lutava contra a construção de um gasoduto da empresa petrolífera brasileira Petrobras na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, foi executado a tiro, em Magé, em frente à mulher e aos filhos.

Três indivíduos armados invadiram a sua casa, reviraram-na, aparentemente em busca de documentos, e depois arrastaram Paulo César para o meio da rua. Espancaram-no brutalmente e mataram-no com três tiros no rosto e dois na nuca à frente da mulher e dos dois filhos, um de oito e outro de 16 anos.

Paulo César era um dos fundadores e o tesoureiro da Associação dos Homens do Mar (Ahomar), entidade que luta contra o gasoduto que vai ligar o terminal da Petrobras da ilha Redonda e a refinaria de Duque de Caxias, passando pela baía, de onde os pescadores retiram de forma artesanal o peixe que os sustenta. Os pescadores, que em Abril conseguiram a paralisação da obra por 36 dias, alegam que o gasoduto agride o ambiente, afasta o peixe e que os barcos do consórcio GLP Submarino, responsável pela obra, provocam sucessivos acidentes.

No passado dia 16, uma manifestação dos pescadores no estaleiro de obras do gasoduto terminou em confrontos com a polícia. A 1 de Maio, o presidente da Ahomar, Alexandre Anderson de Souza, escapou por pouco à morte ao ser alvejado com quatro tiros no mesmo estaleiro, disparados, alegadamente, por seguranças daquela obra. 

 

ACUSAÇÕES CONTRA PETROBRAS

A Petrobras, a mais poderosa empresa pública do Brasil, enfrenta actualmente uma série de acusações de irregularidades que vão desde a contratação de obras e compras sem licitação, no valor equivalente a milhares de milhões de euros, à concessão de centenas de milhões de euros em alegados patrocínios culturais sem qualquer fiscalização.

Numa coincidência que chamou a atenção da imprensa, a empresa que lidera o consórcio GLP Submarino, responsável pela construção do gasoduto no Rio de Janeiro, a GDK, é a mesma que em 2005 esteve envolvida no escândalo do ‘Mensalão’, acusada de dar presentes valiosos a membros do Partido dos Trabalhadores para, presumivelmente, obter favores. 

 

SAIBA MAIS

16,4 MIL MILHÕES de euros foi quanto a poderosa Petrobras gastou desde o início do governo Lula da Silva, em 2003, em obras, compras e contratações sem concorrência ou licitação

1988 foi o ano em que Chico Mendes, símbolo da luta em defesa do Ambiente, foi assassinado. No Brasil, muitos têm sido os activistas com o mesmo destino. A freira norte-americana Dorothy Stang foi uma das pessoas mortas.

 

 Fonte: http://www.correiomanha.pt



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 22h34
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'Lamentable si Uribe opta por tercer gobierno': Mario Vargas Llosa

 

Dijo que las reelecciones se habían convertido en ''un deporte'' de los dirigentes latinoamericanos para ''eternizarse'' en el poder.

"Creo que (Uribe) ha hecho un magnífico gobierno y creo que sería lamentable que eligiera presentarse una vez más, por tercera vez, creo que no se deben romper las reglas de juego con las que un gobernante democrático sube al poder", dijo Vargas Llosa en una entrevista con la cadena radial 'La W'.

Se "sube (al poder) con unas reglas de juego y esas reglas de juego debe respetarlas porque sino la democracia se deteriora", agregó el escritor de paso por Bogotá hacia Caracas, donde el 28 y 29 de mayo participará en un foro sobre libertad y democracia.

Dijo que con excepción de su país, y debido a que por "las dictaduras que hemos pasado se ha creado una resistencia" a las reelecciones, en el resto de la región parecía ser un "deporte".

Al ser consultado sobre la situación de su hijo, Alvaro Vargas en Caracas, donde éste denunció que fue retenido el lunes unas dos horas por funcionarios de migración tras arribar al país, el escritor indicó que al final todo salió bien y que ahora "está rodeado de buenos amigos venezolanos".

 

Venezuela, una tendencia peligrosa, afirma

Venezuela representa una peligrosa tendencia populista que busca desestabilizar la democracia de la región con una millonaria inversión para sobornar otros gobiernos, denunció Vargas Llosa.


Las declaraciones del escritor se produjeron en Bogotá antes de viajar a Caracas para participar en el foro "El Desafío Latinoamericano", considerado por el presidente Hugo Chávez como un evento de la "extrema derecha" para desestabilizar y desacreditar su Gobierno izquierdista.


"Hay tendencias populistas, y la que representa sobre todo esa tendencia es Venezuela, con una capacidad de desestabilización de la democracia muy grande", aseguró el novelista y ensayista.


"Venezuela invierte mucho dinero sobornando gobiernos democráticos, propulsando los sectores más revolucionarios, entonces si hay ahí una fuente de desestabilización democrática muy grande", afirmó el escritor de 73 años.


Sin embargo, Vargas Llosa dijo que pese a ese panorama, no se puede afirmar que América Latina está peor que siempre porque pese a esas "tendencias populistas peligrosísimas" todavía en Venezuela, Bolivia, Ecuador y Nicaragua hay espacios de libertad para dar la resistencia y la lucha democrática.


Vargas Llosa confió en que hablará libremente en Venezuela sobre lo que piensa en diferentes temas porque "siempre he dicho lo que quiero decir".


El presidente Uribe aún no se pronuncia públicamente sobre si buscará o no un tercer gobierno de cuatro años en los comicios de mayo del 2010. Para ese tercer mandato , Uribe precisa de una reforma a la Carta Magna actual. El jefe de estado impulsó una primera reforma constitucional para reelegirse en las elecciones del 2006.

 

Fonte: http://www.eltiempo.com



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h25
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Crazy

Para quem tem bom gosto



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 19h28
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Governo suspende abertura de embaixada após teste nuclear norte-coreano

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ordenou o adiamento da abertura da embaixada do Brasil na Coreia do Norte após o teste nuclear realizado hoje pelo país asiático, segundo fontes oficiais disseram à Agência Efe.


O futuro embaixador brasileiro em Pyongyang, Arnaldo Carrilho, que viajaria em breve para a Coreia do Norte, teve sua ida cancelada até que a ONU defina se haverá ou não uma tomada de medidas para responder ao teste nuclear.


Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores diz que o Governo "condena veementemente" o teste nuclear realizado pela Coreia do Norte.


Segundo o mesmo comunicado, o Brasil espera que o país asiático "se reintegre, o mais rapidamente possível e como país não nuclearmente armado, ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares".


Ainda de acordo com a nota, o Governo pede que a Coreia do Norte assine, "no mais breve prazo, o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares" e observe "estritamente a moratória de testes nucleares".


O comunicado conclui ao dizer que o Brasil espera o retorno norte-coreano "com espírito construtivo" às negociações de seis lados abertas em 2003 com Estados Unidos, Rússia, Japão, China e Coreia do Sul, "visando à desnuclearização da Península Coreana, e apela a todas as partes para que se abstenham de atos que possam agravar as tensões nos contextos regional e global".


No último dia 11, o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Pak Ui-Chun, fez uma visita oficial a Brasília, durante a qual o ministro Amorim já havia expressado a preocupação do Brasil pela delicada situação na Península Coreana.

Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/portal/noticia_new.php?IdNoticia=100844

 



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 18h34
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Menino Maluquinho I

 

Menino Maluquinho II



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 03h24
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Cinco argumentos contra mais um mandato presidencial:

 

1. Na América Latina mais de um mandato quase sempre deu maus resultados e, por essa razão, na maioria dos países foi proibido (embora essa tendência esteja mudando nos últimos anos).

2. A continuidade das políticas de governo não depende tanto das pessoas, mas da existência partidos fortes e bem organizados.

3. Modificar a constituição para beneficiar o atual mandatário demonstra que as regras são modificadas no meio do jogo, o que poderá ocorrer indefinidamente.

4. Por maiores que sejam os controles na campanha eleitoral, não conseguem evitar as vantagens eleitorais que o atual mandatário tem, e

5. A democracia não é simplesmente a vontade do cidadão, mas que essa vontade esteja de acordo com os preceitos constitucionais.

 

Fonte: http://www.elespectador.com/node/142397



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 22h02
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Consumidor ganha prazo maior para se arrepender de compra

Com a finalidade de fortalecer os mecanismos de defesa do consumidor, a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) aprovou proposta para ampliar de sete para 15 dias o prazo para arrependimento do consumidor, quando a compra de produto ou contratação de serviços for feita a distância (pela internet, pelo telefone, por exemplo).

De acordo com a proposta, o consumidor que se arrepender, dentro desse novo prazo, tem direito a receber de imediato os valores já pagos, uma vez que o direito de arrependimento se caracteriza por prescindir de motivo e ser isento de qualquer ônus financeiro. No caso de contratação de serviços, esse direito somente poderá ser exercido até o início da execução ou do fornecimento do serviço contratado.

Oriundo da Câmara dos Deputados (PLC 182/08), a proposta tramitou na CMA com parecer favorável do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), que entendeu ser pertinente o aumento do prazo para arrependimento.

Na visão do relator, no caso de operações de compra ou contratação realizadas fora dos estabelecimentos comerciais ou de serviços do fornecedor, podem ocorrer divergências entre o produto e a informação ou a publicidade recebida pelo consumidor, bem como defeitos ou disfunções não observadas anteriormente.

Fonte: http://www.senado.gov.br



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 21h00
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Senadores devem mudar cadastro positivo

 

O Senado deve alterar o projeto de lei que regulamenta a utilização dos bancos de dados de proteção ao crédito, chamados de cadastro positivo, aprovado na última terça-feira pela Câmara. O senador Adelmir Santana (DEM-DF) chegou a prever que possa haver um substitutivo ao texto do deputado Maurício Rands (PT-PE), tal o volume de alterações que devem ser negociadas pelo DEM e por outros partidos da Casa. "Tenho ouvido muitas críticas sobre o projeto. O texto ficou ruim e precisa ser mudado", avaliou Adelmir Santana.


Se depender da primeira discussão entre os consultores do Senado, assessores de partidos da oposição, especialistas e área técnica do governo, o PL 836/03 deverá passar por várias modificações. Na última quinta-feira, em seminário do Centro de Estudos da Consultoria da Casa com o coordenador da secretaria extraordinária de reformas econômico-fiscais do Ministério da Fazenda, Ângelo Duarte, os debatedores sinalizaram que não há como garantir que o projeto alcance o objetivo primordial para o governo, que é reduzir o spread bancário (diferença entre juros que os bancos pagam na captação dos recursos e os que cobram nos empréstimos) e permitir que bons pagadores sejam beneficiados com taxas mais baixas.


Segundo estimativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a inadimplência corresponde a 37,5% do cálculo do spread bancário. A entidade sustenta que a inadimplência média no Brasil é de 5%, mas que o ônus acaba recaindo sobre todos porque não há como distinguir antecipadamente os bons pagadores. Esse peso da inadimplência na composição dos juros poderá cair com o cadastro positivo, acredita o deputado Maurício Rands. Pelo projeto, os bancos de dados poderão classificar os consumidores que optarem pelo cadastro positivo de acordo com avaliações de risco, baseando-se no histórico de relacionamento desses consumidores com bancos, lojas e outras empresas.


Mas o presidente do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor, Leonardo Bessa, apontou no debate com os consultores vários pontos que precisam ser aprimorados no Senado. Um deles é a possibilidade de se usar esse cadastro para transações comerciais e não só para proteção ao crédito. Essa é uma brecha jurídica perigosa, que pode, segundo Bessa, ter sua constitucionalidade questionada. Ele sustenta que deva haver um "consentimento informado" do consumidor, que sejam explicados os riscos e as vantagens dessa escolha.

Fonte: http://www.senado.gov.br/



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 20h25
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Pracas du Brasiu



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 19h28
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Charge



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 12h20
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Dia de protesto contra impostos tem gasolina mais barata no RS

Consumidor poderá comprar combustível ao preço de R$ 1,249 por litro

 

A venda de gasolina mais barata em um posto de combustível de Porto Alegre marca hoje a quinta edição do Dia da Liberdade de Impostos, que terá também atividades em Novo Hamburgo e Lajeado, no Estado, além de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Rio Branco (Acre).


Com distribuição de senhas a partir das 7h, o consumidor poderá comprar combustível sem impostos ao preço de R$ 1,249 por litro. Com limite de 20 litros por veículo, o abastecimento será feito a partir das 10h até esgotar os 5 mil litros de gasolina oferecidos na campanha. A economia do consumidor será de R$ 1,20 por litro de combustível, considerando as deduções de ICMS e Cide.


A iniciativa é da Associação da Classe Média (Aclame), em conjunto com o Instituto de Estudos Empresariais (IEE) e o Instituto Liberdade, além de ter apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).


— O objetivo da mobilização é o de informar e conscientizar a população, que são os consumidores que bancam a elevada carga tributária — afirma o arquiteto Fernando Bertuol, presidente da Aclame.

 

Lembrando que em 2008 a carga tributária representou 36,56% do Produto Interno Bruto (PIB), com um total arrecadado de R$ 1,056 trilhão, Bertuol enfatiza que só no Ministério da Fazenda são 18 mil normas correspondentes a tributos e impostos. Segundo esses dados, cada brasileiro pagou em média R$ 5.572,00 em impostos no ano passado, com aumento de R$ 652, ou 13,25%, em relação aos valores pagos em 2007. Para ele, o excesso de impostos contribuiu para a evasão e a sonegação, que atinge cerca de um terço da arrecadação fiscal do país.


Uma palestra do presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Gilberto Luiz do Amaral, no Salão de Convenções da Associação Comercial e Industrial (ACI), será uma das atividades em Novo Hamburgo, onde também estão programadas uma caminhada, uma corrida e uma pedalada, além da comercialização de produtos sem tributos embutidos. Em Lajeado, a programação prevê uma carreata pela BR-386 até o município de Estrela, seguida de caminhada pelo centro da cidade.


Programação completa no Estado:


Porto Alegre


7h — Distribuição de senhas para a compra de combustível em um posto na Rua Santana, 345
10h — Início do abastecimento. Limite de 20 litros por veículo, com término quando esgotar a quantia oferecida


Novo Hamburgo


8h — Concentração para uma caminhada, na Rua Corte Real. Início do Pedalando e distribuição de senhas para compra de combustível no posto Santa Helena, na Avenida Nações Unidas, 2.187

9h — Início da caminhada

10h — Início da Corrida Maluca

12h — Palestra com Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT, na ACI

14h — Premiação da Corrida Maluca. Término do Pedalando


Lajeado


8h — Concentração de carreata no posto de combustíveis Arcogás, na RS-130

9h30min — Concentração de caminhada no posto de combustíveis Faleiro, em Lajeado

10h — Caminhada da Rua Júlio de Castilhos até a Casa de Cultura, na praça central, onde haverá manifestações de lideranças empresariais e comunitárias.

 

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Economia&newsID=a2522075.xml



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 11h21
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Grêmio 2 x 0 Botafogo



Escrito por Observatório Virtual 74 às 22h12
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Maus antecedentes afastam aplicação do princípio da insignificância

Por não ter roubado alimento que sacia a fome (furto famélico) e possuir uma extensa ficha de antecedentes criminais na cidade de Sete Lagoas (MG), foi negada liminar em habeas corpus (HC 98944) a uma mulher que roubou caixas de goma de mascar no valor de R$ 98,80 de um supermercado. Ela foi apanhada em flagrante e pediu liberdade alegando que sua conduta deve ser considerada insignificante, pois teria causado prejuízos mínimos.

O ministro Marco Aurélio, relator do caso, salientou, em sua decisão, que, realmente, o prejuízo do furto foi “de pequena monta” e, por si só, esse fato poderia levar à aplicação do princípio da insignificância (instituto da bagatela).

Contudo, a certidão emitida pela comarca da cidade mineira aponta que a mulher já tem oito antecedentes criminais e já foi condenada duas vezes, uma por furto e a outra por violação de domicílio, fatores que, conforme o ministro, impedem a aplicação do princípio da insignificância, em análise de liminar.

A acusada ainda responde a dois inquéritos, sendo um deles por porte de arma sem licença. Ela ainda tentou furtar produtos de uma farmácia, e o processo está em fase de instrução. Já foram arquivados três processos contra ela na mesma comarca: um por perturbação da tranquilidade; outro por furto; e um terceiro por tomar refeição em restaurante sem ter condições de pagar a conta.

Princípio da Insignificância

O “princípio da insignificância” é aplicado quando o baixo potencial ofensivo do ato é levado em conta para descaracterizar o crime. Esse preceito que reúne quatro condições essenciais: mínima ofensividade da conduta, inexistência de periculosidade social do ato, reduzido grau de reprovabilidade do comportamento e inexpressividade da lesão provocada. A aplicação deste princípio resulta na própria desconsideração do fato como um ilícito, ou seja, quando é aplicada a insignificância, o Judiciário considera que não houve cometimento de crime.

As decisões também levam em conta a intervenção mínima do Estado em matéria penal. Segundo esse entendimento, o Estado deve ocupar-se de lesões significativas, ou seja, crimes que têm potencial de efetivamente causar lesão

Fonte:http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=108559



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 17h59
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STF concede 35% dos habeas corpus analisados. Quase 30% em favor de pessoas de baixa renda

Da totalidade de habeas corpus que puderam ser conhecidos (quando o mérito do pedido é analisado) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2008, 34,7% tiveram o pedido concedido. Ao todo, no ano passado, foi analisado o mérito de 1.024 habeas corpus. Desses, 355 foram deferidos. Outros 669 foram indeferidos.

No universo desses habeas corpus concedidos (estatísticas), um dado chama atenção: a quantidade impetrada pela Defensoria Pública e pela própria pessoa que se diz vítima de um constrangimento ilegal, isto é, alguém sem defensor legal constituído. Encaixam-se nessas categorias 27,4% do total de pedidos concedidos, fato que comprova a tese de que o acesso à Justiça para os cidadãos de baixo poder aquisitivo está sendo ampliado.

Fundamento para concessão

A principal causa de concessão dos habeas corpus em 2008 foi a deficiência de fundamentação na decretação da prisão cautelar de alguém que responde a crime perante a Justiça (20,6%), seguida do chamado “cerceamento de defesa”, que ocorre quando algum direito processual do acusado é suprimido (9,6%).

Em terceiro lugar, está a aplicação do princípio da insignificância, quando o potencial ofensivo do ato é levado em conta para descaracterizar o crime (8,8%). O “princípio da insignificância” é um preceito que reúne quatro condições essenciais para ser aplicado: a mínima ofensividade da conduta, a inexistência de periculosidade social do ato, o reduzido grau de reprovabilidade do comportamento e a inexpressividade da lesão provocada.

Depois desses três motivos, outros que mais resultaram em deferimento de habeas corpus no ano passado foram os seguintes: excesso de prazo da prisão (30), impossibilidade da prisão civil do depositário infiel (27), violação ao princípio constitucional da presunção de inocência (24), a não concessão do direito de progressão de regime para condenações por crimes hediondos (17) e a extinção da punibilidade, quando desaparece o poder do Estado de punir uma pessoa por determinado crime (13). Um exemplo de extinção da punibilidade é a prescrição do crime.

Fonte: http://www.stf.jus.br/portal/principal/principal.asp



Categoria: Brasil
Escrito por Observatório Virtual 74 às 17h50
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Fernando Lugo: "El celibato es imperfecto, el único perfecto es Dios"

Por: Hinde Pomeraniec

 

Presidente, ¿usted es conciente de hasta qué punto los hechos de su vida privada que salieron a la luz recientemente afectaron su imagen?


No creo mucho en eso. Nuestros informes, sobre todo con la gente sencilla, aquella que nos votó, nos dicen que la imagen se mantiene intacta, al menos aquí en Paraguay. Puede ser que haya tenido su repercusión a nivel mediático, pero yo creo que aquí, Fernando Lugo, su honestidad, su transparencia en la administración de la cosa pública sigue intacta en la ciudadanía, esas más de 800 mil personas que lo votaron el 20 de abril del año pasado.


¿Pero no ve una contradicción entre lo sucedido y la campaña sobre paternidad responsable que impulsan funcionarios de su gobierno?


Al contrario, lo veo como un punto positivo y la gente también lo ve. Paraguay tiene un índice de reconocimiento de 30%: en un 70 % la paternidad no se reconoce. En ese sentido, que el presidente reconozca a su hijo pudiendo y teniendo en sus manos toda la cuestión jurídica y el poder e incluso los medios para no hacerlo, muchos lo han considerado como un acto de valentía y coraje.
 


¿Cómo está hoy su relación con la Iglesia?


Bien. No se puede romper la relación de décadas. Los obispos amigos que por un hecho de esta naturaleza no van a abandonar el afecto y la amistad.

 


Quisiera conocer su opinión sobre la mujer en sociedad paraguaya, donde muchas veces parece una ciudadana de segunda clase.


Es un resultado cultural doloroso, para el país y para mí. Forma parte del mismo proceso de reivindicación. Cuando hablo de recuperar la dignidad del pueblo paraguayo hablo de todos, de los niños, ancianos y sobre todo de los mujeres, que fueron muy utilizadas, también dentro de las mismas familias.


¿Qué opina hoy del celibato?


Es una opción personal, de fe, que hace la iglesia católica latina, que viene del 1500. Pensando en la filosofía y la antropología, creo que el único perfecto es Dios y todo lo que haga la persona humana es imperfecto, así que el celibato también es una cuestión imperfecta del hombre o de la mujer.
 


Uno de los puntos clave de su plataforma era la reforma agraria. Los sectores interesados dicen sin embargo que no está cumpliendo.


Siempre hemos dicho que la reforma agraria es un punto irrenunciable, pero también hemos afirmado que lo haremos dentro de un marco que llevará su tiempo. Paraguay es uno de los pocos países que no tienen un catastro de propiedades. En los años '90 el gobierno recibió un préstamo del Banco Mundial de 40 millones de dólares para hacerlo y, acá hay un saco roto y no se ha hecho ni el 10% de ese trabajo y el dinero se ha esfumado. Queremos que nuestro trabajo tenga sustentabilidad. Hoy en día la tenencia de la tierra no ha cambiado mucho en su estructura de décadas. El 85% de las tierras cultivables está en manos del 2,5% de la población. Un desfasaje y una inequidad que hay que ir corrigiendo de a poco, más cuando las mismas leyes no nos ayudan a llevar adelante una reforma mucho más rápida.

 


¿Qué piensa de la posible re reelección de Lula?


Es muy difícil... está en la misma situación Uribe, en Colombia. Es una tentación que puede tener cualquier líder. Pero, por ejemplo, uno de los presidentes que salió con un alto índice de aceptación fue Ricardo Lagos, en Chile, y no tuvo esa tentación, respetando el orden constitucional. Creo que cada país tiene en su Constitución las reglas bien claras.


¿Cómo cree que va a relacionarse la región con EE.UU. ahora que está Obama en el poder?


En el encuentro de Trinidad se cayeron varios mitos. Es muy fuerte, pero creo que Obama nos puso en el bolsillo a todos. Su sencillez, su capacidad de escucha: es un líder diferente. Antes, cuando hablaba Chávez, Bush salía de la sala o si hablaba Evo, se sacaba el auricular. Obama nos dio esa gran lección de escuchar y responder con afecto pero con firmeza.

 
¿Pensó en renunciar?

No, absolutamente. Si tengo que renunciar tengo que consultar a 834 mil votantes que han depositado su confianza en mí, y sí un número mayor de personas que ése lo piden, entonces sí, pensaría en renunciar.

 

 

Fonte: http://www.clarin.com/diario/2009/05/24/um/m-01925514.htm



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 15h48
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Obama afirmou que tratar sobre o fechamento de Guantánamo não está sendo fácil.

O presidente americano, Barack Obama, reconheceu que a situação de alguns prisioneiros de Guantánamo é um “dos maiores problemas” de sua administração.

Em uma entrevista com a rede de televisão C-SPAN, Obama assegurou que tratar sobre o fechamento de Guantánamo e determinar o futuro dos prisioneiros não está sendo fácil.

Em Guantánamo “há muitos presos que já deveriam ter sido julgados e não foram“. Também disse que “há prisioneiros que podem ser perigosos“, e que não é possível serem liberados, razão por que a solução para determinar o que fazer com eles está sendo um “dos maiores problemas“.

Obama considerou que as políticas de detenção indefinida em Guantánamo propostas pela administração do presidente George W. Bush foi um erro e a situação requer um esforço entre republicanos e democratas para criar um dispositivo legal e institucional para que os prisioneiros possam ser julgados.

“Eu estou certo que somos mais fortes quando respeitamos nossos princípios e que somos mais fracos quando os deixamos de lado“, afirmou.

O presidente americano assinou, em 22 de janeiro, dois dias após ter assumido o cargo, uma ordem para o fechamento da prisão de Guantánamo, situada no sudeste de Cuba, no prazo de um ano.

Atualmente permanecem nessa prisão cerca de 250 presos, dos 800 homens que já passaram por Guantánamo desde que abriu em 2002, detidos por indícios de vinculação com o terrorismo internacional.

§ Agência EFE | Elespectador.com



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 15h03
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Entrevista con el ahora ex ministro de Defensa Juan Manuel Santos - Parte I

 

Por: Stefanie Matiz Cortés

 

Una vez entregó el mando de la Defensa Nacional al general Freddy Padilla de León y sin las ataduras de ser funcionario público, Juan Manuel Santos habló con ElEspectador.com sobre su futuro político y sobre la pregunta del millón que todo el mundo se hace, que piensa de la reelección del presidente Uribe.

Santos hace un breve balance de su gestión y reconoce que su gran frustración son los falsos positivos, pero cobra para sí los grandes golpes a las Farc en estos casi tres años y le advierte a ‘Alfonso Cano' y al ‘Mono Jojoy': o negocian o terminan en la tumba como sus "compinches".

 

Con los éxitos logrados en el tema de seguridad esta parece ser su mejor oportunidad para aspirar a la Presidencia. ¿No se sentiría frustrado si Uribe se lanza y usted tiene que declinar su propósito?

Yo soy un soldado que ha trabajado por la causa del presidente Uribe, por la seguridad y el bienestar del país. Si el presidente se lanza él sabe que puede contar conmigo y que estaré para colaborarle en la posición que el estime conveniente.

Usted quería irse con la satisfacción de haber capturado al 'Mono Jojoy'. ¿Se le fue de la mira?

Jojoy, Cano y todos los del secretariado de las Farc siguen en la mira de la Fuerza Pública. Tenga por seguro que más temprano que tarde caerá. Los soldados y policías del país han demostrado que no hay delincuente, ni terrorista inalcanzable en Colombia.

Se sabe que había un acuerdo con el presidente Uribe. Usted se retiraría si él no se lanzaba a la presidencia. ¿Su renuncia confirma que él no se va a lanzar?

No ha habido ningún tipo de acuerdo en ese sentido. Yo me retiro porque no quiero inhabilitarme, pero eso no quiere decir que el presidente ya haya tomado una decisión con relación a su posibilidad de reelegirse.

¿Usted será la carta del Uribismo en las elecciones?

Yo no salgo del Ministerio con candidato. Cuando lo sea hablamos de política.

Si definitivamente Uribe se lanza y gana las elecciones en donde se ve usted, ¿en Washington o en el Mindefensa de nuevo?

Siempre me veo sirviéndole al país. Ese ha sido mi objetivo en mis más de 30 años de vida pública.

 

Fonte: http://www.elespectador.com/noticias/judicial/articulo142304-estoy-de-acuerdo-perpetuarse-el-poder-puede-resultar-inconveniente



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h20
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Entrevista con el ahora ex ministro de Defensa Juan Manuel Santos - Parte II

 

Por: Stefanie Matiz Cortés

 

Qué le parece mejor para el país, ¿Uribe en el 2010 o en el 2014?

El presidente Uribe es un líder que transformó a Colombia y fortaleció nuestra democracia. Y en toda democracia se debe oír la voz del pueblo.

América Latina vive una ola reeleccionista y de cambios constitucionales para los mandatarios mantenerse en el poder ¿Qué tan bueno o malo es para un país que un presidente quiera perpetuarse en el poder?

Como ya lo dijo el presidente Uribe, perpetuarse en el poder puede resultar inconveniente. Pero si es la gran mayoría del país la que pide la reelección, ese deseo no se puede ignorar.

¿Qué frustración le quedó en la lucha contra la subversión?

Fueron muchos los golpes estratégicos asestados, gracias al coraje y la valentía de los hombres y mujeres de la fuerza pública. Sin embargo, cuando hay una tarea de la magnitud de acabar con el terrorismo y devolverle la seguridad al país, quedan cosas por hacer.

Yo espero que muy pronto la guerrilla entienda que definitivamente no tiene futuro, que está en su peor momento y que solo le quedan dos alternativas: sentarse a negociar con realismo, o acabar como los 3 cabecillas del secretariado en marzo del año pasado, en la tumba.

Qué le ha hecho más daño al país, ¿El paramilitarismo o la guerrilla?

Todos los generadores de violencia y terrorismo son nefastos para un país. Por eso a todos hay que combatirlos con igual rigor.

Hay quienes dicen que condicionar candidaturas a si el presidente Uribe se lanza o no es una falta de carácter y mediocridad política ¿qué les responde?

Que no saben de realismo político ni del sentido de las lealtades.

¿Son los falsos positivos el talón de Aquiles de la seguridad democrática?

Ese ha sido un capitulo muy doloroso para la Fuerza Pública. No le que quepa la menor duda de que se actuó con total contundencia y transparencia para afrontar estos hechos. Esperamos que nunca se vuelvan a presentar y de la mano de la Fiscalía asegurarnos que se haga justicia: que los culpables paguen y los inocentes sean exonerados.

¿Qué fórmulas propondría para reemplazar el impuesto al patrimonio para financiar el gasto militar?

Ese es un tema que hay que analizar muy bien a futuro. Por ahora la sostenibilidad del personal y de los equipos de las Fuerza Pública está asegurada hasta el 2011. Además, los grandes inversiones que se hicieron con el impuesto al patrimonio fueron por una sola vez, así es que el gasto será hacia el futuro menor.

¿Ha pensado cuál sería su fórmula para vicepresidente en una eventual candidatura?

No soy candidato, así que no he pensado en ninguna formula.

 

Fonte: http://www.elespectador.com/noticias/judicial/articulo142304-estoy-de-acuerdo-perpetuarse-el-poder-puede-resultar-inconveniente



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h09
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Entrevista con el ahora ex ministro de Defensa Juan Manuel Santos. - Parte III

 

Por: Stefanie Matiz Cortés

 

¿Cuáles son los retos que debe enfrentar su sucesor en la cartera de la Defensa?

Asegurarse que no haya solución de continuidad y perseverar, perseverar y perseverar.

¿En que cambiaron o se fortalecieron las Fuerzas Militares durante los 34 meses en que usted estuvo a cargo del Ministerio?

Hubo cambios y progresos que muchos han considerado históricos. Tocamos a los intocables, esos cabecillas del secretariado que se creían inalcanzables cayeron gracias a la acción de la fuerza pública. Se logró el fortalecimiento en las capacidades de las fuerzas más grande de toda la historia. Se logró privilegiar las operaciones conjuntas y coordinadas y hubo un mejoramiento sin precedentes en la inteligencia. Se implemento por primera vez una política integral de derechos humanos.

Hoy tenemos un país más seguro con una Fuerza pública mejor capacitada, mejor entrenada, más eficaz y con más legitimidad en la realización de operaciones.

Hicimos también un gran esfuerzo para mejorar el bienestar de los hombres y mujeres de todas las fuerzas y la policía, aunque todo lo que hagamos por ellos es poco, frente a todo lo que le entregan al país.

¿Hasta cuándo se mantendrá el crecimiento del aparato militar y personal de las Fuerzas Armadas?

El crecimiento cada vez debe ser menor en la medida en que hemos recuperado el control del territorio. Lo que será necesario hacia el futuro es mayor presencia de la policía para garantizar la convivencia y las posibilidades de progreso para todos.

¿Cómo sostener de manera indefinida este esquema de seguridad democrática, sin llevar a la economía del país al colapso?

La seguridad es una condición necesaria aunque no suficiente para el desarrollo y el progreso económico y social. Su pregunta a la inversa es lo correcto: sin seguridad hay colapso económico.

¿Cuál debe ser el papel del próximo gobierno de Colombia, enmarcado dentro de la era Barack Obama? ¿Debe ser antichavista?

Esa es una pregunta para los candidatos y yo en este momento no soy candidato.

¿Usted cree que más allá de los empresarios y estratos altos, el nombre de Juan Manuel Santos tiene acogida entre los colombianos del común?

Vea las encuestas.

¿Cómo lograr la rendición final y la negociación de la paz?

No bajando la guardia y perseverando.

 

Fonte: http://www.elespectador.com/noticias/judicial/articulo142304-estoy-de-acuerdo-perpetuarse-el-poder-puede-resultar-inconveniente



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 02h05
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General Padilla de León nomeado Ministro da Defesa

O presidente Uribe nomeou como Ministro da Defesa da Colômbia o Comandante das Forças Armadas, General Padilla de Leon.

Uribe assinou neste sábado (23/05/09) o decreto em que nomeia Padilla nas funções desse ministério, “sem os prejuízos de suas funções como comandante das Forças Armadas”.

O decreto entra em vigor a partir deste sábado, com a aposentadoria do titular, Juan Manuel Santos, que sexta-feira deixou aberta a possibilidade de concorrer a Presidência da República nas eleições de 2010.

Santos formalizou, segunda-feira, sua renúncia ao cargo atual para concorrer à Presidência nas eleições de maio de 2010, embora esclarecesse que desistirá de sua candidatura se Uribe concorrer a uma segunda reeleição.

Fonte: http://www.elespectador.com/



Categoria: Internacional
Escrito por Observatório Virtual 74 às 01h18
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A balsa de Medusa


“A Balsa de Medusa” de Theodore Gericault é a pintura de um acontecimento que comoveu a França.
O naufrágio do  navio “A Medusa” (2 de julho de 1816), trouxe repercussões que tocaram o mais profundo da alma humana.

Nela, vemos as diferentes atitudes humanas que se manifestam nos  momentos cruciais da vida.

Nos leva a pensar em que lugar nós estaríamos nesta pintura.

Quantas vezes atravessamos situações difíceis e de que forma nós as enfrentamos?

Nos deixamos derrotar e entregamos todas as nossas forças?

Duvidamos de tudo e de todos?

Não acreditamos que tenha solução?

Não deixamos de nos esforçar?

Somos os que mantemos a esperança acima de tudo?

Se você observar com atenção poderá ver que não há nenhum navio para resgatá-los.
No entanto, há um grupo decidido a usar suas últimas forças para salvar toda a tripulação.
A Balsa é como o nosso ambiente, os tripulantes somos nós e a escolha das atitudes que cada um toma diante de um problema.

 



Escrito por Observatório Virtual 74 às 16h14
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Justiça Militar critica juiz que interrompeu punição a subtenente


Decisão judicial suspende aplicação de pena a militar

Justiça Militar critica juiz que interrompeu punição a subtenente

 

A liberação, pela Justiça Federal, de um subtenente do Exército preso num quartel da Capital gerou um mal-estar envolvendo a mais alta corte militar do país. Ontem, em entrevista concedida a Zero Hora, o presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministro Carlos Alberto Marques Soares, criticou a Justiça Comum.

– É uma das atitudes mais danosas que a Justiça Comum pode fazer à hierarquia e à disciplina militares – falou o ministro (entrevista ao lado), evitando comentar o caso específico envolvendo o militar gaúcho.

Refratário às normatizações civis, o rígido ambiente militar tem códigos e normas próprias. Os que cometem crimes militares são submetidos ao Código Penal Militar. Os transgressores – militares que cometem infrações que não são sujeitas ao Código – são subjugados ao Regulamento Disciplinar do Exército, que prevê sanções duras como prisão administrativa. Foi justamente o que aconteceu com o subtenente Jadir de Ornelas de Araújo, nascido há 45 anos em Bagé, região da Campanha.

A indisposição de Araújo com seus superiores no 3º Batalhão de Comunicações se iniciou em agosto passado. Para engordar a renda, a mulher de Araújo vende lanches para soldados. Quando os pagamentos, sempre aos finais de cada mês, atrasaram, a mulher enviou cartas nominais e lacradas lembrando da dívida e exigindo o pagamento. Ao tomar conhecimento das correspondências, oficiais do 3º Batalhão entenderam que Araújo estaria constrangendo soldados – hierarquicamente inferiores na organização do Exército. Ao término de uma sindicância, Araújo foi penalizado com três dias de prisão.

 

Exército não comentou a suspensão da punição

Acionado pelo militar, o advogado Vilmar Quizzeppi da Silva recorreu à Justiça Federal obtendo habeas corpus. Na sentença, o juiz substituto Ricardo Humberto Silva Borne escreveu em 18 de fevereiro de 2009:

 

“... a prisão domiciliar consiste em restrição à liberdade de locomoção do militar e, como tal, só poderia ser aplicada caso a transgressão disciplinar que lhe deu causa estivesse prevista em lei”.

 

Araújo escapou da prisão, mas, de acordo com seu advogado, sente-se punido. Transferido do 3º Batalhão, assume na próxima segunda-feira novas funções no 2º Regimento de Cavalaria Motorizada, em São Borja, na fronteira com a Argentina, distante 581 quilômetros de Porto Alegre. Procurado por Zero Hora, o magistrado não quis se manifestar.

A decisão de Borne não é a primeira do gênero. Desde a Constituição de 1988 casos isolados são registrados no país, o que inquietam as Forças Armadas e provocam críticas públicas de ministros do STM. Para Quizzeppi, porém, é uma ilegalidade praticada na intimidade da caserna.

– É um prisão ilegal porque não é revestida das formalidades previstas pela Constituição. Daqui a pouco o Exército decreta que você não pode beber dois copos de cerveja num baile e se o militar não cumprir pode ser preso – complementa.

Oficialmente, representantes do Exército assumem um discurso cauteloso.

– O Exército cumpriu decisão judicial e recorreu. É como sempre fazemos. Não há indisciplina porque o comandante mantém a tropa bem informada e esclarecida – diz o coronel Sylvio Cardoso, oficial de Comunicação Social do Comando Militar do Sul.

CARLOS ETCHICHURY (Jornal Zero Hora - 23/05/09)



Escrito por Observatório Virtual 74 às 13h40
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18 - A Demarcação da Fronteira



 

HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

Governo  Militar  Independente  do  Rio  Grande  de  São  Pedro

 

 

 

18 - A  Demarcação  da  Fronteira

 

      Os trabalhos para demarcação da fronteira, resultante do Tratado de Santa Ildefonso, só teve início em 22 de janeiro de 1784. Dez marcos foram colocados de Santa Tecla, nas proximidades de Bagé, a Monte Grande, atual Município de Santa Maria, balizando o terreno neutral numa faixa de 5 Km, ao longo da Coxilha Geral.

      Os demarcadores portugueses, sob a chefia de José de Saldanha, chegaram ao rincão de Santa Maria, ao sul da Serra do Monte Grande, em 15 de abril de 1787. Ali montaram acampamento.

      A longa permanência de Saldanha no acampamento atraiu e fixou uma pequena população. Em pouco tempo, o primitivo acampamento transformou-se em povoação, a futura Santa Maria da Boca do Monte.

      Só em 1801, quando as Missões Orientais foram conquistadas pelos lusos-brasileiros, foi que Saldanha deixou definitivamente Santa Maria.

 

      Livre da guerra, o Rio Grande prosperava. O governador Veiga Cabral da Câmara procurou estimular a agricultura, a indústria nascente, e o povoamento. Instituiu a marcação obrigatória do gado; todo proprietário de estância estava obrigado a registrar as marcas e sinais de sua escolha.

      Com a nomeação de Dom Pedro Villena para o Vice-Reinado do Rio da Prata, em 1794, ativaram-se os preparativos militares na expectativa de um conflito externo. A nova autoridade cuidou de aumentar as fortificações fronteiriças. Criou povoados e abriu entrincheiramentos ao longo da linha divisória dos Campo Neutrais. No cerro do Batovi fundou o povoado de São Grabiel, em 1801, hoje em território do Rio Grande do Sul. Na confluência do Rio Santa Maria com o Ibicuí, próximo à estação ferroviária de Saicã, fundou o povoado de San Félix.

      Em 1801, Portugal e Espanha se declararam nova guerra. Tal conflito serviu de pretexto para iniciarem as hostilidades entre gaúchos e platinos, com a conseqüente conquista e anexação dos Sete Povos das Missões ao território brasileiro.

      Com a morte de Sebastião Xavier da Veiga Cabral da Câmara, em 5 de novembro de 1801, que esteve à frente do governo do Rio Grande durante 21 anos, foi nomeado substituto o Almirante Paulo José da Silva Gama.



Escrito por Observatório Virtual às 00h21
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17 - A Reação Espanhola


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

Governo  Militar  Independente  do  Rio  Grande  de  São  Pedro

 

 

 

17 - A  Reação  Espanhola

 

      A reconquista do Rio Grande de São Pedro pelo “Exército do Sul”, em 1776, repercutiu na Espanha, que reagiu com a criação do Vice-Reinado do Prata, por meio da Real Cédula de 8 de agosto de 1776, compreendendo os territórios atualmente pertencentes a Argentina, Uruguai, Bolívia, Paraguai, e mais o do Rio Grande do Sul.

      Para Vice-Rei, foi designado Dom Pedro de Cevallos, que anteriormente havia comandado, com êxito, a invasão de 1763, ao Rio Grande. Este partiu de Cadiz, com 9.000 homens, em uma frota de mais de 100 navios, para conquistar a Ilha de Santa Catarina, a Vila de Rio Grande e a Colônia do Sacramento.

      Em fevereiro de 1777, Cevallos apoderou-se da Ilha de Santa Catarina.

      O “Exército do Sul” concentrou-se em Rio Grande. Rio Pardo foi reforçada pela Legião de Voluntários Reais de São Paulo e por um Regimento de Infantaria de Santos. Em Torres foi construído o Forte São Diogo. O Taím foi guarnecido por um Esquadrão de Cavalaria do Vice-Rei e Dragões do Rio Pardo e São José do Norte foi guarnecida por um Esquadrão de Cavalaria da Legião de Voluntários de São Paulo. 

      Vértiz y Salcedo, partindo da fortaleza de Santa Teresa devia marchar sobre Rio Grande, para auxiliar a esquadra espanhola na operação de desembarque.

      O Forte de Santa Tecla foi reocupado pelos espanhóis.

      Um imprevisto mudou os planos de Cevallos. O vento pampeiro, soprando com vigor, dispersou as naus preparadas para o ataque a Rio Grande. Só em Montevidéu puderam ser reunidas. Isto feito, Cevallos iniciou o ataque à Colônia do Sacramento, que capitulou em 31 de maio de 1777.

      Era intenção de Cevallos marchar sobre Rio Grande. Porém chega-lhe a notícia da assinatura do Tratado de Santo Ildefonso, realizado em 1º de outubro de 1777, pondo fim à guerra.

      O Tratado de Santo Ildefonso não trouxe ao Brasil qualquer vantagem territorial. Por ele, as Missões Orientais continuavam espanholas. A linha fronteiriça partiria do Arroio Chuí e a sua inflexão para o noroeste seguia pelas cabeceiras dos rios que vão desaguar no Prata e no Uruguai.

      Santa Catarina foi devolvida a Portugal. A Colônia do Sacramento, após 97 anos de disputa, passou definitivamente ao domínio da Espanha.

      No Rio Grande do Sul foi estabelecida uma faixa neutra, denominada de “Campos Neutrais”, entre os domínios das duas Coroas. Os montes, que serviam de linha divisória, e suas vertentes representavam essa faixa neutra. Nela, não era permitida a edificação de povoações , nem a construção de fortalezas, Guardas ou Postos de tropas.

      Seguiu-se um período de grande progresso no Rio Grande. O trigo, introduzido para alimentar as tropas do “Exército do Sul”, se desenvolveu. Foram estabelecidas charqueadas na atual Pelotas. 

      Em maio de 1780, assumiu o governo do Rio Grande de São Pedro o General Sebastião Xavier da Veiga Cabral da Câmara, acumulando as funções de comissário-chefe da demarcação de limites, resultante do Tratado de Santo Ildefonso.



Escrito por Observatório Virtual às 00h12
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16 - A Grande Ofensiva


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

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16 - A  Grande  Ofensiva

 

      O primeiro alvo escolhido da Grande Ofensiva foi o Forte de São Martinho, situado à margem da estrada aberta por Gomes Freire, ao tempo da Guerra Guaranítica, para comunicar o vale do Rio Jacuí com as Missões. Era um entrincheiramento que dispunha de pequenos canhões.

      Em 31 de outubro de 1775, o Forte de São Martinho foi conquistado de surpresa e arrasado por 205 Dragões e milicianos de Rio Pardo, ao comando de Rafael Pinto Bandeira. Foram feitos 40 prisioneiros e tomados importantes recursos logísticos , entre os quais 7.100 cabeças de gado.

      Em 19 de fevereiro de 1776, não teve sucesso a tentativa do Capitão-de-Mar-e-Guerra Mac Douall de destruir, com sua esquadra naval a esquadra espanhola que defendia a Vila de Rio Grande.

      Em fevereiro de 1776, partia de Canguçu e Encruzilhada uma expedição para conquistar  o Forte de Santa Tecla, nas imediações da atual Bagé, defendida por 250 homens apoiados em 8 canhões.

      A missão foi atribuída a Rafael Pinto Bandeira, auxiliado pelo Major Patrício Correia da Câmara. A força era composta por 619 homens.

      O Forte de Santa Tecla foi sitiado durante 26 dias. Em 24 de março de 1776 capitulou sob condições. A  27 de março, as muralhas de torrão foram arrasadas pelos portugueses.

      Restava expulsar o inimigo da Vila de Rio Grande, onde se achava protegido por uma esquadra e um sistema de fortificações bem guarnecidas e artilhadas. 

      O ataque à Vila de Rio Grande foi decidido para iniciar as 3 horas do dia 1º de abril de 1776.

      O efetivo estimado do inimigo era de 1.500 homens, entrincheirados nos fortes da Barra, Mosquito, Novo, Trindade, Mangueira, Ladino, da Vila e Arroio. Ainda possuía 8 embarcações, como força naval.

      O efetivo português era de 4.385 homens de terra e de mar, com uma esquadra naval de 12 embarcações.

      Os primeiros fortes conquistados foram o do Mosquito e Trindade. Logo a seguir os luso-brasileiros atingiram e silenciaram o da Mangueira.

      Das 6 às 9 horas da manhã, os atacantes, com os canhões dos fortes conquistados, bombardearam a esquadra inimiga, que rumou na direção da barra.

      Das 9 às 15 horas, registrou-se a rendição dos Fortes Novo e da Barra.

      Ao fim do dia renderam-se os forte do Ladino e do Arroio.

      Silenciado esses redutos, iniciaram-se as ações contra a Vila de Rio Grande. Dom Miguel Texada, comandante da praça foi intimado a entregá-la. À noite abandonou a posição, deixando a vila deserta.

      O exército espanhol, em retirada, tomou o caminho do Chuí, com objetivo de se concentrar na fortaleza de Santa Teresa.

      Terminara a ocupação espanhola. O Rio Grande estava liberto da dominação espanhola que estivera, parcialmente, durante 13 anos.



Escrito por Observatório Virtual às 00h06
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15 - A Luta contra o Invasor Espanhol


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

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15 - A  Luta  contra  o  Invasor  Espanhol

 

      Em novembro de 1773, o Governador de Buenos Aires, Marechal Vértiz y Salcedo, avançou com um exército de 1014 homens pelas cabeceiras do Rio Negro e alcançou a coxilha de Bagé. No antigo posto jesuíta de Santa Tecla construíu um forte de torrão que tomou este nome.

      Rio Pardo era um dos objetivos a ser conquistado pelas tropas de Vértiz e daí seguiria para Taquari, Porto Alegre e Viamão, para posteriormente atacar São José do Norte, onde faria a junção com as tropas que já se encontravam em Rio Grande. Durante a marcha, as tropas espanholas foram atacadas pelos milicianos do Sargento-Mor Rafael Pinto Bandeira, que utilizavam tática de guerrilha.

      Vértiz chegou até as proximidades de Rio Pardo, mas daí recuou para a Vila de Rio Grande. As causas desse recuo devem-se aos desgastes provocados pelos milicianos de Rafael Pinto Bandeira, nos combates de Santa Bárbara, Camaquã e Tabatingaí, ocorridos entre 2 e 14 de janeiro de 1774, que desarticularam os planos de Vértiz.

      A invasão de Vértiz repercutiu em Portugal, que decidiu reagir, concentrando no Rio Grande o “Exército do Sul”, ao comando do Tenente-General João Henrique de Böhn. A concentração das tropas teve início ao final do ano de 1774. Com um efetivo de 7.500 homens, destaca-se o Esquadrão da Guarda do Vice-Rei, raiz histórica do atual Regimento Dragões da Independência, com sede em Brasília. As forças navais ficaram ao comando de Roberto Mac Douall, composta de duas naus, quatro fragatas e um galeão.

      O esforço ofensivo deveria ser dirigido sobre três regiões: Forte de São Martinho, por barrar o acesso português às Missões e ameaçar Rio Pardo; Forte de Santa Tecla, por barrar o acesso português às campanhas de Maldonado, Montevidéu e Colônia do Sacramento, além de ameaçar Rio Pardo; e Vila de Rio Grande, por barrar o acesso português ao Sul, pelo litoral, e ameaçar Porto Alegre.

      Ao plano militar foram destinados todos os rendimentos das provedorias de São Paulo e Rio de Janeiro, entre outros.

      Porto Alegre crescia de importância. Granadeiros de Moura, Bragança e Estremós, gente do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Santa Catarina e da Colônia do Sacramento, eram variados os contingentes que partiam para missões aos pontos mais diversos.

      Circulava o dinheiro, surgiam necessidades novas, o comércio foi incrementado. Nunca, até então se vira coisa igual a beira do Guaíba.

       A guerra trouxe ao Rio Grande um fervor, um entusiasmo, mas também uma feição cosmopolita que seus habitantes desconheciam. Muitos dos militares chegados naquela época não mais voltariam ao lugar de origem. Fundiram-se com os riograndenses, passando a construir troncos de famílias que se vão projetar em toda a História do Rio Grande do Sul.

      Tudo estava pronto para a grande ofensiva.



Escrito por Observatório Virtual às 23h58
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13 e 14 - Expulsão dos Jesuítas / O Governo de José Marcelino de Figueiredo


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

Governo  Militar  Independente  do  Rio  Grande  de  São  Pedro

   

13 - Expulsão  dos  Jesuítas

 

 

 

      Em 1766. Dom Pedro de Cevallos foi substituído no cargo de Governador de Buenos Aires por Dom Francisco de Paula Bucarelli y Ursúa, com encargo de presidir às medidas concernentes à expulsão dos Jesuítas, dos quais Cevallos fora protetor.

      Os padres Jesuítas foram retirados das Missões Orientais do Uruguai em julho de 1767.

      A direção espiritual dos índios foi confiada aos Franciscanos.

      O substituto de Bucarelli foi o Marechal-de-Campo Juan José  Vértiz y Salcedo. O Marechal Vértiz sabia que os portugueses não se conformariam com a perda do extremo sul do Brasil. Por isso, contratou gente para engrossar as forças que ocupavam Rio Grande.

      Do lado português, foram reforçadas e ampliadas as defesas de Rio Pardo, Taquari e Santo Amaro. Esta região ganhou importância no dispositivo de defesa, por servir de acesso, pela Encruzilhada, à Campanha e, pela estrada de São Martinho, às Missões Jesuíticas.

 

 

 

14 - O  Governo   de  José  Marcelino  de  Figueiredo

 

 

      O Coronel José Marcelino de Figueiredo foi nomeado Governador, tomando posse, em Viamão, em 23 de abril de 1769.

      Marcelino transferiu a sede do governo, em julho de 1773, para o Porto dos Casais, trocando-lhe o nome para Porto Alegre.

      A formação de núcleos urbanos, o povoamento, a agricultura e a educação foram assuntos que muito preocuparam o Coronel Marcelino. A Porto Alegre dispensou cuidados especiais, determinando ao engenheiro militar que elaborasse a primeira planta do povoamento. Em favor dos índios reuniu-os na guarda velha do Gravataí, de onde surgiu a Aldeia de Nossa Senhora dos Anjos, a Gravataí de hoje. Ali fundou o Colégio das Servas de Maria, em 1778, onde as meninas guaranis recebiam instrução primária e aprendiam trabalhos manuais.

      Quanto à sua participação na luta que haveria de conduzir à expulsão dos espanhóis, ninguém o excedeu em energia e pertinácia.

      Chegam a Porto Alegre emissários com o aviso de que o Governador de Buenos Aires, Marechal Vértiz y Salcedo, se preparava para realizar uma segunda invasão, ao findar o ano de 1773.



Escrito por Observatório Virtual às 23h51
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12 - Invasão Espanhola


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

Governo  Militar  Independente  do  Rio  Grande  de  São  Pedro

 

 

 12 - Invasão  Espanhola

 

      O Governador de Buenos Aires, Dom Pedro de Cevallos, para atacar as possessões portuguesas no Rio Grande de São Pedro, elaborou um plano para conquistar a Vila de São Pedro, sede do governo riograndense, prosseguindo por São José do Norte até os campos de Viamão e daí atingir Rio Pardo, abrindo caminho aos espanhóis e aos índios das Missões para se expandirem no sentido do litoral.

      Duas companhias de aventureiros paulistas, embarcados em Santos para o Rio Grande, vieram nessa época reforçar as tropas – em Rio Pardo e no Chuí.

      O Coronel de Dragões, Tomás Luís Osório, iniciou a construção do forte de Santa Teresa, em fins de 1762, na Angustura de Castilhos, ao sul do Arroio Chuí.

      O governador de Buenos Aires, à frente de 3.000 homens iniciou a marcha em direção ao Chuí, abordando a fortificação de Santa Teresa em 19 de abril de 1763.

      As ordens dadas ao Coronel Tomás Luís Osório, pela Junta Governativa do Rio de Janeiro, determinavam que, ante a supremacia numérica dos atacantes e caso se tornassem muito desiguais as possibilidades de vitória, devia retirar a artilharia e munições para lugar mais seguro.

      Da mesma forma, as ordens dadas ao Governador do Rio Grande de São Pedro, Coronel Inácio Elói de Madureira, determinavam que se os espanhóis, rompendo as defesas, marchassem sobre a Vila de Rio Grande, também com evidentes possibilidades de vitória, competiria ao governador trasladar-se, juntamente com a população, e os bens e haveres da Fazenda Real, para a região de São José do Norte.

      No dia 24 de abril de 1763, as tropas espanholas iniciaram a ocupação da Vila de Rio Grande. A marcha de Cevallos para nas barrancas de São José do Norte, pois o general provavelmente já sabia da assinatura do Tratado de Paz entre Portugal e Espanha.

      O comando das operações, na região de São José do Norte, foi entregue, por determinação da Junta Governativa do Rio de Janeiro, ao Tenente Coronel Luís Manoel da Silva Pais, que trazia reforços de Santa Catarina.

      Dois meses antes da invasão, em 10 de fevereiro de 1763, havia sido firmado o Tratado de Paris. Quanto às colônias portuguesas na América, se houvesse acontecido qualquer mudança, deveriam retornar a situação dos tratados precedentes em vigor.

      Esperou-se que o General Cevallos desocupasse de imediato não só a Colônia do Sacramento como Rio Grande. Contudo, não se executou senão parcialmente o estipulado. Em dezembro de 1763 foi entregue aos portugueses a Colônia do Sacramento, mas não Rio Grande.

      A sede do Governo foi transferida para a capela de Viamão, onde assumiu o governo o Coronel Francisco Barreto Pereira Pinto, em agosto de 1763.

      O Tenente Coronel José Custódio de Sá e Faria substituiu o Coronel Pereira Pinto no governo, tomando posse em Viamão, a 16 de junho de 1764, permanecendo no cargo até abril de 1769.

      A tática de guerrilha empreendida por Rafael Pinto Bandeira privou a tropa de ocupação de gado para consumo e dificultou a liberdade de movimento de pequenos efetivos.



Escrito por Observatório Virtual às 23h42
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9, 10 e 11 - Governo Independente do Rio Grande de São Pedro / Tratado de El Pardo / Capitulação da Colônia do Sacramento


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

 

Governo  Militar  Independente  do  Rio  Grande  de  São  Pedro

 

 

 

9 - Governo  Independente  do  Rio  Grande  de  São  Pedro

 

 

      No Rio de Janeiro, o General Gomes Freire de Andrada trabalhou pela conveniência de separar o Rio Grande da jurisdição de Santa Catarina, tornando-o um governo subordinado diretamente à Repartição do Sul, permitindo mais flexibilidade à administração local, ante o provável recrudescimento das hostilidades na fronteira.

      A administração, em Lisboa, compreendeu a situação e, pela Carta Régia de 9 de setembro de 1760, criou o Governo Militar Independente do Rio Grande de São Pedro. Para o novo cargo de governador foi designado o Coronel Inácio Elói de Madureira.

 

 

 

10 - Tratado  de  El  Pardo

 

 

 

      O novo Rei de Espanha, Carlos III, desejoso de anular o Tratado de Madrid, obteve a concordância do Rei de Portugal, assinando, em 12 de fevereiro de 1761, o Tratado de El Pardo, de forma que os territórios de Colônia do Sacramento e as Missões Orientais voltassem aos domínios de Portugal e Espanha, como anteriormente, além de suspender imediatamente todos os atos necessários à execução do tratado anterior.

 

 

 

11 - Capitulação  da  Colônia  do  Sacramento

 

 

 

      Na Europa, a Guerra dos Sete Anos colocava Portugal e Espanha como inimigos. Portanto, o Governador de Buenos Aires, Dom Pedro de Cevallos, começou a preparar cuidadosamente o ataque às possessões portuguesas no Rio Grande de São Pedro.

      Seu primeiro alvo foi a Colônia do Sacramento, que capitulou em 25 de outubro de 1762.

      Em 1º de janeiro de 1763, faleceu o General Gomes Freire de Andrada, Governador da Repartição do Sul e grande defensor dos interesses do Rio Grande de São Pedro.



Escrito por Observatório Virtual às 23h38
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8 - Atividades realizadas após a Guerra Guaranítica


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

  

8 - Atividades  realizadas  após  a  Guerra  Guaranítica

 

      Apesar de ter sido concluída a ocupação das terras missioneiras, não se deu cumprimento à cláusula do Tratado de Madrid que determinava a mudança dos índios para a margem ocidental do Rio Uruguai.

      Após dez meses de permanência nas Missões, o exército português regressou para Rio Pardo, em março de 1757, à espera de que os espanhóis completassem a evacuação dos índios.

      Em maio de 1757, o comissário espanhol comunicou ao General Gomes Freire que a evacuação havia sido concluída, quando na verdade ainda se encontravam cerca de 13.000 índios no território das missões.

      As notícias de Buenos Aires não eram animadoras. Os jesuítas desejavam ter uma pessoa na governança do Prata favorável aos seus interesses, para evitar a continuação da demarcação da fronteira. Foi nomeado Dom Pedro de Cevallos, fervoroso adepto dos jesuítas.

      A primeira dificuldade que Cevallos teve de enfrentar foram os trabalhos da demarcação interrompidos com a Guerra Guaranítica. Retomaram-se os trabalhos da demarcação, embora lentamente.

      O General Gomes Freire regressou ao Rio de Janeiro, em abril de 1759, ao governo da Repartição do Sul, deixando o Coronel João Custódio de Sá e Faria como seu substituto.

      A 12 de fevereiro de 1761, foi assinado o Tratado de El Pardo. Este Tratado, além de anular o de Madrid, mandou fossem observados os anteriores, reabrindo o caminho para novas agressões, como iria ocorrer com a ocupação do Rio Grande do Sul, pelos espanhóis, de 1763 a 1776.

      As famílias açorianas e madeirenses emigradas para o sul não puderam alcançar, como previsto, as Missões. Espalharam-se pelo litoral e pelos vales dos rios formadores da concha do Guaíba.

      Os engenheiros, geógrafos, cartógrafos e matemáticos – pertencentes a escol militar que servia sob as ordens de Gomes Freire – prestaram grande colaboração aos núcleos urbanos em formação, afeiçoaram as relações sociais ao estilo de vida europeu, aformosearam as casas e transmitiram preciosos conhecimentos às primeiras gerações de riograndenses.



Escrito por Observatório Virtual às 23h31
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7 - A Guerra Guaranítica


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão 

 

 

7 - A  Guerra  Guaranítica

 

 

      Em 1º de setembro de 1752, o General Gomes Freire de Andrada teve, em Castilhos Grande, a primeira entrevista com Valdelírios, representante espanhol para execução do Tratado de Madrid.

      A 9 de outubro foi chantado o primeiro marco, numa elevação que dividia a enseada comum às duas nações. O segundo marco foi assentado em fins do ano de 1752, no lugar chamado Índia Morta, e o terceiro em 6 de janeiro de 1753, numa das serras de Maldonado.

      Os trabalhos de campo teriam prosseguimento para operar até o Rio Ibicuí.

      Os demarcadores ao chegarem à antiga estância dos Jesuítas, na Capela de Santa Tecla, na região onde atualmente se encontra Bagé, foram embargados por Sepé Tiarajú, índio de São Miguel, uma das aldeias dos Sete Povos. Decidiram tomar a termo as declarações do chefe índio, feito o que se retiraram para Montevidéu, a comitiva espanhola, e para Colônia do Sacramento, a comitiva portuguesa. O impasse havia surgido do lado espanhol.

      A Corte de Espanha, cientificada da resistência dos índios, determinou o emprego do recurso extremo da guerra para obrigá-los a ceder.

      Em maio de 1753, ficou acertado que, se dentro de um mês não fossem as Missões evacuadas, os dois exércitos iniciariam a campanha. O espanhol marcharia rumo a São Borja, ficando o português encarregado de ocupar Santo Ângelo.

      Em agosto de 1754, as tropas portuguesas estavam reunidas em Rio Pardo para iniciar as operações. Ao exército português não competia dirigir a ação, mas apenas auxiliar as tropas espanholas. Entretanto, a orientação do comandante espanhol foi para que Gomes Freire permanecesse em Rio Pardo, até se tomarem novas medidas.

      O ano de 1755 foi quase todo consumido em negociações com os jesuítas para se efetivar a retirada dos índios sem que houvesse a necessidade de emprego da força. A situação moral dos jesuítas era de extrema dificuldade. Vacilavam entre obedecer às ordens do rei, ou o sentimento de seus catecúmenos. Nutriam a esperança da interferência de poderosos senhores junto à Corte Madrilena, de que fosse sustada a entrega do território missioneiro.

      O insucesso das negociações obrigou a intervenção de força militar em condições de abafar quaisquer resistências. As tropas estavam preparadas para tudo. Não arriscariam a honra de duas grandes nações, expondo-se à derrota num encontro com oponentes naquelas circunstâncias.

      Em 16 de janeiro de 1756, os exércitos português e espanhol se reuniram nas cabeceiras do Rio Negro, de onde alcançariam o caminho das Missões, passando por Bagé. O exército português, comandado pelo General Gomes Freire, contava com 1106 homens, e o espanhol dispunha de 1500 combatentes.

      Nos primeiros dias de fevereiro de 1756, puseram-se os exércitos em marcha.

      Era enorme a destruição praticada pelos índios, que haviam queimado a povoação de Santo Antônio, nas proximidades do Rio Jaguari, e continuavam a hostilizar as forças reunidas.

      Na tarde de 7 de fevereiro, o confronto entre as tropas de vanguarda dos oponentes resultou na morte de Sepé Tiarajú, nas proximidades do Rio Vacacaí.

      No dia 10 de fevereiro, 1800 índios missioneiros imprudentemente se puseram à frente das tropas legais. O confronto, conhecido como Combate de Caibaté, resultou na morte de 1200 índios e 150 prisioneiros. O confronto iniciou às duas horas da tarde e se concluiu às três horas e dez minutos.

      A vitória de Caibaté franqueou aos vencedores as portas das Missões. São Miguel foi a primeira a ser ocupada, em 16 de maio de 1756. Foram ocupadas, sucessivamente, São Lourenço, São Luís, São João, São Nicolau, São Borja e Santo Ângelo.



Escrito por Observatório Virtual às 23h23
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6 - O Tratado de Madrid


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

 

 

 

6 - O  Tratado  de  Madrid

 

 

      As negociações em torno do Tratado de Madrid começaram efetivamente em 1747.

      A Espanha reivindicava a cedência da Colônia do Sacramento como condição indispensável aos entendimentos, o que Portugal só faria em troca dos Sete Povos das Missões Jesuíticas.

      Finalmente, a 13 de janeiro de 1750, em Madrid, foi assinado o Tratado.

      Quanto ao Rio Grande, o Tratado estipulava que “Os confins do domínio das duas Monarquias principiarão na Barra, que forma na costa do mar o regato, que sai ao pé do Monte de Castilhos Grande, de cuja falda continuará a fronteira, buscando em linha reta o cume dos montes, cujas vertentes descem uma parte para a Lagoa Mirim e pela outra para o Rio da Prata, de sorte que o cume dos montes sirvam de fronteira entre as duas Coroas. E assim continuará a fronteira até encontrar a origem principal e cabeceiras do Rio Negro, e por cima delas continuará até a origem principal do Rio Ibicuí, prosseguindo pelo leito deste rio abaixo, até onde desemboca no Rio Uruguai, ficando de Portugal todas as vertentes que baixam ao Rio Grande de São Pedro, e de Espanha as que baixam aos rios que vão unir-se com o da Prata”. A linha divisória ainda subia pelo leito do Rio Uruguai, desde a confluência do Ibicuí, até encontrar o leito do Rio Pequiri, que deságua na margem ocidental do Rio Uruguai, continuando pelo leito do Pequiri acima, até a sua origem principal.

      Quanto ao território dos Sete Povos das Missões, constava do Tratado que os missionários sairiam com todos os móveis, levando consigo os índios para os aldear em outras terras de Espanha.

      De todas as disposições, foi essa a que mais reações provocou a reclamação dos padres, aliada à hostilidade dos índios missioneiros, sustando-lhe a execução e abrindo controvérsias. Os maiores obstáculos à execução do Tratado de 1750 partiram dos jesuítas, que tudo fizeram para anular-lhe os efeitos sobre os Sete Povos.

      Os trabalhos de demarcação sofreram inúmeros contratempos e dilações. O General Gomes Freire devia agir em acordo com os representantes espanhóis, que não agiam com a presteza requerida.

      A demarcação fez história. Os maiores conflitos conseqüentes tiveram por cenário as terras do atual Estado do Rio Grande do Sul.

      Gomes Freire, prevendo a resistência dos índios missioneiros, providenciou no estabelecimento de uma linha defensiva ao longo do vale do Rio Jacuí. Mandou expedições inspecionar o Guaíba, subindo até as cabeceiras do Jacuí; localizou “armazéns” para abastecimento das tropas pelo caminho, em Santo Antônio da Patrulha e Santo Amaro; concedeu sesmarias a antigos e novos ocupantes de rincões, no Chuí, no Caí, no Rio das Antas, e nos campos da Vacaria do Pinhal, para prendê-los à terra e facilitar o povoamento. Fez construir no passo do Jacuí, dando origem à atual cidade de Rio Pardo, um pequeno forte, ou tranqueira, como se denominava, sob a invocação de Jesus-Maria-José, o mesmo nome dado por Silva Pais à primeira fortificação erguida no Rio Grande. No canal por onde vaza na Lagoa dos Patos a Mirim, construiu o Forte de São Gonçalo.



Escrito por Observatório Virtual às 23h13
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5 - Comandância de Pascoal de Azevedo


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A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

 

 

5 - Comandância  de  Pascoal  de  Azevedo

 

 

      O Tenente Coronel Pascoal de Azevedo foi o último comandante e governador do Presídio de São Pedro. Sua nomeação, a 28 de junho de 1752, encontrou o Coronel Diogo Osório na campanha do Chuí, à frente de 150 Dragões que acompanhavam o General Gomes Freire de Andrada, na sua primeira marcha ao encontro do representante espanhol, Marquês de Valdelírios, para a demarcação da fronteira e colocação de marcos divisórios, conforme o Tratado de Madrid.

      Achando-se no Rio Grande o General Gomes Freire, que governava a Repartição do Sul, composta de três Capitanias - Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais – não teve Pascoal de Azevedo oportunidade de salientar-se na administração, pois quase tudo era decidido pela autoridade de Gomes Freire.

      Tropas de ambas as nações se haviam reunido, formando um só exército, que deveria impor-se aos índios missioneiros, que eram contrários à demarcação de fronteira, resultante do Tratado de Madrid.

      Gomes Freire regressou ao Rio de Janeiro em 1759, depois de passar sete anos no Sul, quase ao fim da comandância de Pascoal de Azevedo.

      A Carta Régia de 9 de setembro de 1760 tornou o governo do Rio Grande independente de Santa Catarina.

      Iniciava-se a época dos Governadores.



Escrito por Observatório Virtual às 23h07
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4 - Comandância de Diogo Osório Cardoso


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A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

 

4 - Comandância  de  Diogo  Osório  Cardoso

 

 

       Desde 11 de agosto de 1738, a Comandância Militar do Rio Grande estava subordinada à Capitania de Santa Catarina, cujo governo foi confiado ao Brigadeiro José da Silva Pais. Assim, o território do Rio Grande de São Pedro deixou de ter dupla jurisdição, como anteriormente.

      O Coronel Diogo Osório Cardoso, além das atribuições de Comandante do Regimento de Dragões, exerceu a Comandância Militar do Rio Grande durante doze anos, pois só se afastou em 28 de junho de 1752.

      Diogo Osório governou durante um período de relativo desafogo nas relações entre Portugal e Espanha, pois desenvolviam-se as negociações referentes ao Tratado de Madrid.

      Coube a Diogo Osório uma tarefa mais de administrador do que militar, e ele a cumpriu com exação e zelo, particularmente no que se refere ao povoamento.

      O excesso de população das ilhas dos Açores e da Madeira foi utilizado para colonizar sistemática e metodicamente a região sul do Brasil, quer opondo uma barreira cultural ao espanhol, quer desenvolvendo economicamente uma região de vastas terras devolutas.

      A principal preocupação de Portugal, com referência ao Rio Grande, na administração de Diogo Osório, consistiu em criar condições favoráveis à prosperidade de um núcleo populacional capaz de realizar a ocupação da fronteira, sobretudo das Missões, que o Tratado de Madrid daria a Portugal, em troca da Colônia do Sacramento.

      Diogo Osório concedeu inúmeras sesmarias na parte meridional da Barra, bem como em Viamão, Tramandaí, Rio dos Sinos, Taquarí e região serrana.

      A sede da Comandância foi elevada a Vila, pela Carta Régia de 17 de julho de 1747.

      Outras povoações haviam surgido, como a Capela Grande de Viamão, em 14 de setembro de 1741.



Escrito por Observatório Virtual às 23h03
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3 - Comandância de André Ribeiro Coutinho


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

  

3 - Comandância  de  André  Ribeiro  Coutinho

 

       O Mestre-de-Campo André Ribeiro Coutinho foi o segundo Comandante Militar do Rio Grande, de 11 de dezembro de 1737 a 22 de dezembro de 1740.

      Muitas famílias já se haviam radicado na vila em formação e nas estâncias, ao mesmo tempo em que comerciantes implantavam relações mercantis com Laguna e Rio de Janeiro.

      Soldados da Colônia do Sacramento, transferidos para a nova praça, ensinaram os recém-vindos nos misteres da preia, da marcação, da extração de couros, na doma e condução das cavalhadas.

      Foi admirável a conduta de André Ribeiro Coutinho na obtenção da disciplina e implantação dos bons costumes.

      A presença de casais ligados a compromissos de família, alicerçou a conduta moral e civil da comunidade.

     André Ribeiro Coutinho tratou de regulamentar a administração das Estâncias Reais de Bojuru e Torotama. Instituiu o Regimento da Courama, dispondo sobre  “fatura, guarda, arrecadação e embarque” de couros; sobre as atribuições dos vaqueiros; e sobre a forma das guias de expedição e dos livros de receita e despesa.

      Coutinho fez excelente administração, mandou processar e remeter ao Rio de Janeiro, segundo as Ordenanças Militares, os criminosos e contraventores; firmou aliança com os índios Minuanos; providenciou a confecção de barcas para a navegação interior; construiu fortes, quartéis, arsenal, casas; manteve as guardas de São Miguel e Chuí e criou as de Viamão e Tramandaí, cobrindo um vasto território.

      O Coronel Diogo Osório Cardoso recebeu a incumbência de organizar um Corpo de Dragões, em Rio Grande. Parte do efetivo do novo Regimento contou com os soldados das tropas de Minas incorporados à expedição de Silva Pais. Em janeiro de 1739 foi formado o Regimento de Dragões sob o comando do Coronel Osório Cardoso.

      Em 22 de dezembro de 1740, André Coutinho passou a Comandância Militar do Rio Grande  ao Coronel Diogo Osório Cardoso. Governara com independência e altivez.

      Em carta a um amigo, André Coutinho  assim dizia sobre o Rio Grande: “A este país, meu senhor, tenho chamado a terra dos muitos e ouça a razão com toda a verdade, porque aqui há muita carne, muito peixe, muito pato, muita marreca, muita perdiz, muito ananás, muita courama, muita serra, muito lago e muito pântano, no verão muita calma, muita mosca, muito mosquito, no inverno muita chuva, muito vento, muito frio, muito trovão e com todo o tempo muito trabalho, muita faxina, muito excelente ar, muito boa água, muita esperança, muita saúde. Pode produzir como já experimentamos muita melancia, muita abóbora, muito legume, muita hortaliça e também há muita falta de tudo o mais para a vida e para o luxo”.  



Escrito por Observatório Virtual às 22h55
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2 - Comandância de José da Silva Pais


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

 

 

       2 - Comandância  de  José  da  Silva  Pais

 

 

 

       O Governador da Capitania do Rio de Janeiro, Gomes Freire de Andrada, ao saber do desembarque da expedição do Brigadeiro José da Silva Pais, no Rio Grande de São Pedro, providenciou a remessa de armas, tropas, munição e suprimentos.

      Ao findar o ano de 1737, foram trasladados alguns casais de povoadores da Colônia do Sacramento para Rio Grande. Outros casais foram mandados do Rio de Janeiro.

      Entre as primeiras tropas chegadas com Silva Pais constavam 41 Dragões de Minas Gerais, sendo um capitão, um alferes,  um tambor e 38 soldados, contingente que posteriormente se transformou em Regimento.

      Em terras do atual Município de São José do Norte, foi posto a salvo o rebanho de cavalos e gado de cria, em uma extensa área de boas pastagens onde se formou a Estância Real do Bojuru. Mais perto da povoação se organizou a Estância de Torotama, onde se apascentava o gado de consumo imediato e a cavalhada dos Dragões.

      A barra fora bem guarnecida, e à sua entrada dois altos toros de madeira, como balizamento, passaram a orientar as embarcações.

      Foi instituída a Comandância Militar do Rio Grande de São Pedro, subordinada diretamente à Capitania do Rio de Janeiro. Compreendiam-se no território de sua jurisdição as terras à margem direta do canal da barra para a parte do Sul, até encontrarem as de Castela. As da parte do Norte ficaram sujeitas à Capitania de São Paulo. Essa dualidade de jurisdição não deu bons resultados.

      Quando o Brigadeiro Silva Pais começava a guarnecer o Chuí e São Miguel, foi assinado entre Portugal e Espanha o Armistício de 16 de março de 1737, pelo qual se concertou a cessação das hostilidades na Colônia do Sacramento e no estuário do Prata. Por isso, os espanhóis contestaram o direito de Portugal à manutenção de tais fortificações. Mas Silva Pais não cedeu, amparado no Tratado de Utrecht, ainda em vigor, pelo qual haviam sido restituídos aos portugueses  “o território e Colônia do Sacramento”, e por entender que tanto o Chuí como o Cerro de São Miguel se compreendiam nesse território.

      Desatendida a reclamação espanhola, o Rio Grande começou a prosperar.

      Em represália pela fundação de Rio Grande, a Espanha se preparava para tomar a Ilha de Santa Catarina. Havia, portanto, a necessidade de melhorar-lhe as defesas, para o que foi designado o Brigadeiro Silva Pais. A 11 de dezembro de 1737 passou o comando da Guarnição de Rio Grande a André Ribeiro Coutinho. 



Escrito por Observatório Virtual às 22h40
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1 - Fundação do Rio Grande


HISTÓRIA  DO  RIO  GRANDE  DO  SUL

 

      A  Fundação,  a  Defesa,  o  Povoamento  e  a  Expansão

  

 

    1 -  Fundação  do  Rio  Grande

 

      Durante anos, a exploração aurífera e interesses dinásticos em choque adiaram a execução dos projetos de povoamento do Rio Grande.

     Houve um momento, porém, em que a atração do Sul começou a mover a aparelhagem administrativa do Brasil colonial. A demanda de gêneros vislumbrou toda a importância das grandes reservas desaproveitadas nas vacarias sulinas, criadas pelos jesuítas ao introduzir o gado nas estâncias dos Sete Povos.

      A nomeação de Gomes Freire de Andrada, em 1733, para o cargo de  governador e capitão-general da Capitania do Rio de Janeiro, deu novo impulso aos negócios do Rio Grande.

      A Carta Régia, de 24 de março de 1736, confiou a Gomes Freire o preparo de uma expedição militar ao Rio da Prata para desalojar os espanhóis de Montevidéu, levantar o bloqueio espanhol à Colônia do Sacramento e fundar uma praça de guerra no Rio Grande de São Pedro.

      Esta providência buscava dar expressão política estável ao Brasil meridional, que corria o perigo de fragmentar-se, como esteve na iminência de acontecer durante a expansão inicial das Missões Paraguaias que subiram ao Guairá, avançando pelo Rio Paranapanema e ameaçando seccionar o Paraná, Santa Catarina e o Rio Grande do conjunto brasileiro.

      A  frota expedicionária, sob o comando do Brigadeiro José da Silva Pais, deixou o Rio de Janeiro em 25 de junho de 1736. A 3 de julho aportou à Ilha de Santa Catarina para entendimentos com os expedicionários de uma companhia de  “aventureiros”  paulistas sob o comando do Coronel Cristóvão Pereira de Abreu. Da conferência que tiveram ficou estabelecido que Cristóvão Pereira iria até Laguna, reuniria mais gente e se dirigiria até a Barra do Rio Grande. Sua missão era vigiar o terreno, limpá-lo de possíveis inimigos, reunir gado para o suprimento das tropas e orientar a frota de Silva Pais na travessia do canal quando voltasse do Rio da Prata.  

      Silva Pais, inspecionando a enseada de Montevidéu, concluiu que os espanhóis estavam bem fortificados, forte o bastante para repelir qualquer tentativa de assalto. Em Colônia do Sacramento, derrotou as forças que sitiavam a fortaleza portuguesa.

      Posteriormente, Silva Pais navegou com destino à Barra do Rio Grande, desembarcando com 260 homens, em 19 de fevereiro de 1737, no fortim construído por Cristóvão Pereira de Abreu à margem direita do Rio de São Pedro, no local onde assenta hoje a cidade de Rio Grande.

      O Brigadeiro Silva Pais organizou o dispositivo de defesa, construindo um forte com torrão e estacaria, sob a invocação de Jesus-Maria-José, origem da cidade de Rio Grande. A  3 km  construiu outro forte, o de Santana do Estreito. No Arroio Chuí, montou uma guarda permanente de 15 dragões e a mesma providência executou no Taim e no Saco da Mangueira.

      Ampliando a defesa, fez erguer o forte de São Miguel, ao sul do Arroio Chuí, que provocou imediatas reclamações do governo de Buenos Aires.

      Com essas providências foram assegurados os recursos defensivos considerados suficientes. 



Escrito por Observatório Virtual às 22h26
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Ninguém sabe o duro que dei





Escrito por Observatório Virtual às 21h43
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